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Segundo Gaeco, Walter Gomes tumultuava investigações

Gaeco e PF dizem que o vereador afastado orientava testemunhas a 'sumirem' para não serem encontradas pela justiça para depor

A terceira fase da Operação Sevandija, denominada Eclipse, acabou com a prisão preventiva do vereador afastado Walter Gomes (PTB) que, segundo a Polícia Federal e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), tumultuava as investigações, em conduta de procrastinação.

Segundo novas informações, divulgadas na tarde desta quarta-feira, 14, pelo promotor do Gaeco Marcel Zanin Bombardi e o delegado da Polícia Federal Edson Geraldo Souza, Walter Gomes tentava coagir testemunhas para que as mesmas não fossem encontradas pela Justiça para deporem em processo para a cassação de seu mandato.

Gomes permanecerá preso no Centro de Detenção Provisória de Ribeirão Preto durante as investigações.

Defesa

O advogado de Walter Gomes, Júlio Mossin, afirma que ele teve contato com testemunhas em seu processo de cassação na Câmara. Mas, segundo o advogado, “ele não ter este direito, fere o direito de ampla defesa”. “O Walter Gomes não descumpriu a cautelar da justiça que o afastou de suas funções públicas, até porque, este contato, foi na esfera administrativa”, explicou.

Mossin afirmou ainda que está formulando um pedido de habeas corpus que deverá ser enviado ao Tribunal de Justiça.

Foto: Revide

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