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Alunos da USP Ribeirão criam game com drone que percorre o corpo humano

O jogo ainda está em desenvolvimento e a previsão é de que o lançamento aconteça nos próximos anos

Diante de tantas inovações, agora existe um game no qual o jogador controla um drone – veículo aéreo não tripulado – que entra no corpo de um paciente para combater as bactérias ou vírus. A tecnologia foi desenvolvida por estudantes da Universidade de São Paulo (USP) de Ribeirão Preto.

O jogo funciona assim: conforme o jogador perde, é apresentado os sintomas mais sérios da doença e, no fim de cada fase, mostra as formas de prevenção da doença combatida.

Segundo um dos integrantes do projeto, o graduando do curso de Física Médica, Matheus Bigatão Martinelli, da Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP) da USP, o game passa dentro do corpo humano, onde com o “NanoDrone”, o jogador pode combater as doenças que afligem o corpo. “A ideia é apresentar ao jogador sobre como as doenças afetam o corpo, como seus sintomas, e também mostrar como prevenir essas enfermidades de uma maneira divertida”, diz.

Martinelli explica ainda que, o jogo está sendo desenvolvido aos poucos, e nesse tempo pretende priorizar a qualidade do produto para que ele seja mais atrativo aos jogadores.

Além de Matheus, o jogo NanoDrone”, foi elaborado também pelos designers de games Luiz Henrique Vallim e o Yuri Issicaba, o pós-graduando Alexandre Kanashiro da Faculdade de Ciências Farmacêuticas de Ribeirão Preto (FCFRP) da USP e a enfermeira Bruna Moreno Dias da Escola de Enfermagem de Ribeirão Preto (EERP) da USP.

Conquista

Além de poder conscientizar a população sobre as possíveis doenças existentes, o grupo de amigos conquistou o prêmio de projeto mais criativo no Hacking Health Ribeirão Preto – HACKATHON, um movimento mundial sem fins lucrativos que estimula a inovação na área da saúde, por meio da união de profissionais da tecnologia e saúde.

“O nosso foi um dos três projetos com promessa de apoio de um grande grupo empresarial na Área da Saúde em Ribeirão Preto”, comenta.

Martinelli acrescenta que até o momento não foi investido nenhum valor no projeto, porém o grupo de amigos está à procura de investidores.

Foto: Divulgação

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