Professores e funcionários
Reajuste nos salários e aumento no repasse do Imposto de Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMs) são as principais reivindicações da paralisação, por tempo indeterminado, de funcionários e dos professores da USP de Ribeirão Preto, Unesp em Franca e Jaboticabal. Os grevistas reclamam contra o salário congelado no último dia 1º de maio. Também pedem o aumento no repasse do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) para as instituições estaduais de ensino, de 9,57% para 11,6%. Em Ribeirão Preto, o setor administrativo da USP possui 1,8 mil funcionários. A expectativa do Sindicato dos Trabalhadores da USP (Sintusp) é atingir o maior número possível de trabalhadores. O término das aulas do primeiro semestre de 2014, na próxima semana, poderá garantir a adesão de mais pessoas. Outros servidores públicos devem aderir à greve, entre eles, os funcionários da Superintendência de Controle de Edemias (Sucen) e do Hospital Santa Tereza.
Foto: Júlio Sian