Mato alto e caro
Cerca de 240 cidadãos foram multados por não manter seus terrenos limpos em Ribeirão Preto. O Departamento de Fiscalização Geral intensificou os trabalhos em janeiro, começando pela zona Sul. City Ribeirão e Jardim Botânico foram os primeiros bairros vistoriados, gerando 160 autuações somente nos primeiros dias de fiscalização. O prazo para que os proprietários limpassem os lotes em situação irregular terminou no dia 15 de janeiro. O não cumprimento implica na execução do serviço pela Prefeitura, com cobrança equivalente ao serviço e a multa.
Osvaldo Braga, chefe da Fiscalização Geral, explicou que a iniciativa objetiva preservar a saúde e a qualidade de vida da população, já que a ausência de manutenção provoca riscos diversos, como insegurança e doenças. “Em alguns casos, matagais são utilizados até como esconderijo de marginais”, ressaltou Braga. As multas são cobradas em Unidades Fiscais do Estado de São Paulo (Ufesp), fixada em R$ 20,14 este ano. O valor é relativo ao tamanho do terreno: até 300 m² são cobrados 35 Ufesp ou R$ 704,90; de 301 a 600 m² equivalem a 40 Ufesp ou R$ 805,60; de 601 a 1.000 m² correspondem a 45 Ufesp ou R$ 906,30, e acima de 1.001 m² são cobradas 60 Ufesp ou R$ 1.208,40.
Paralelamente, a Prefeitura realiza uma força tarefa para a limpeza de áreas públicas, com a roçada de canteiros, o recolhimento de galhos e a raspagem do meio fio (limpeza entre a guia e o asfalto).