Novos indícios

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Ouvida novamente pelo delegado da Polícia Civil Paulo Henrique Martins de Castro, no dia 18 de novembro, a psicóloga Natália Ponte admitiu que Guilherme Longo pode ter sido o responsável pela morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos. Para o promotor público Marcus Túlio Alves Nicolino, a admissão de Natália é fundamental para a finalização das investigações. O delegado requisitou, ainda, mais detalhes sobre as ligações telefônicas feitas pelo padrasto e a mãe de Joaquim, além da bilhetagem telefônica de outras pessoas que conviviam com o casal. No dia 25 de novembro, a polícia ouviu o depoimento de uma amiga de Natália, que não teve o nome divulgado. A investigação ouvirá, também, os primeiros policiais a chegarem ao local.

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