As provas da polícia

Sem descartar a reconstituição do crime, o delegado da Polícia Civil Paulo Henrique Martins de Castro afirmou que já tem fortes indícios para incriminar Guilherme Longo, padrasto de Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, morto no dia 5 e encontrado no dia 10 de novembro. A juíza da 2ª Vara do Júri e Execuções Criminais de Ribeirão Preto, Isabel Cristina dos Santos, manteve a prisão de Guilherme, que está em Barretos. Natália Ponte Marques, mãe de Joaquim, também continua detida em Franca. 
O delegado, que ouviu novamente os dois suspeitos do crime, no dia 18, continua com as investigações para tentar encontrar mais subsídios e descobrir o que aconteceu no dia em que Joaquim desapareceu da casa da família, localizada na rua Tobias Brigadeiro de Aguiar, 274, no Jardim Independência. No mesmo dia, o delegado Paulo Henrique ouviu novamente o pescador Anderson Paiva, que afirma ter visto um homem parecido com Guilherme jogando um corpo no rio, na noite do dia 5. 
No decorrer das investigações, Natália revelou em seus depoimentos um outro lado da personalidade do marido. Guilherme, que inicialmente foi apontado como amoroso, cordial e carinhoso com ela e o filho, seria um homem cruel, violento e ameaçador. O delegado afirma que as contradições nos depoimentos dos dois continuam, e facilitam as investigações.