Soneto azul

Soneto azul

O azul, cor do céu em tarde calma,

É a beleza dos seus olhos, pura e rara.

Nas flores do campo, uma luz clara,

Que se expande e pacifica a alma.

 

Em ti, a esperança, que me desarma,

E a serena alma que o caos acalma.

O conhecimento em cada gesto declara

A alma empreendedora que me encanta.

 

A vida, em sua calma, me comanda,

Com ramos verdes de um toque sutil,

E uma paz que o coração me pede.

 

Em cada tom, um sonho que se entende.

Azul, o sonho que o mundo prende,

Eternamente divino e gentil.

 

Referências Bibliográfias:

CERVANTES, Miguel de. Dom Quixote de la Mancha. 1. ed. Lisboa: Editora X, 2000.

PESSOA, Fernando. O Livro do Desassossego. São Paulo: Companhia das Letras, 1999.

 

*Foto:  Free-Photos por Flickr (Imagem ilustrativa)

 

 

 

 

 

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