10 benefícios da aprendizagem musical

Daniel Neves, CEO na Música&Mercado e Vice Presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Instrumentos Musicais e Áudio (ANAFIMA), apresenta os 10 benefícios da aprendizagem musical.

Aí vão os benefícios!

1.    Melhora a audição: Aqueles que aprendem a tocar instrumentos têm melhor audição “para todos os tipos de sons, incluindo a fala”, segundo o portal LiveScience.com. Essa nova profundidade de audição significa que os músicos são capazes de perceber acentos, padrões de fala e ritmo, e níveis de ruído mais baixos que outras pessoas podem achar difíceis de ouvir.

2.    Ajuda a construir conexões neurais: Como o cérebro das crianças ainda está em desenvolvimento, a formação musical pode ajudar a criar fortes conexões neurais, que melhoram as habilidades de raciocínio abstrato e espacial.

3.    Leva à melhoria da memória: Aqueles que recitam e repetem uma música várias vezes reforçam as conexões e redes que melhoram a memória para outros assuntos, pensamentos e ensinamentos.

4.    Músicos são capazes de aprender línguas estrangeiras mais rápido: Línguas estrangeiras, como o mandarim que conta com inclinações e sons que podem ter diferentes significados, são mais facilmente aprendidas por pessoas que têm pelo menos seis anos de experiência em aprendizado de um instrumento musical, de acordo com um estudo realizado por pesquisadores da Universidade Northwestern (EUA).

5.    Efeito Mozart: Em estudo realizado pela Universidade do Texas, os estudantes universitários que foram expostos à sonata de Mozart para dois pianos, K448, tiveram um aumento no QI espacial, enquanto os estudantes que foram expostos ao completo silêncio, música, dança, leituras de contos, ou um CD de relaxamento não tiveram aumento de QI espacial.

6.    Ouvir “pessoalmente” uma música agradável, também tem efeitos positivos: Você não precisa ouvir Mozart para obter benefícios positivos. Ouvir qualquer música que você goste pode melhorar a cognição, de acordo com constatações de um estudo científico de 2006.

7.    Ajuda os alunos com dislexia a ter melhor desempenho na escola: As crianças disléxicas têm dificuldade com sons diferentes – incluindo vozes – quando um ambiente fica muito barulhento. Mas a formação musical ajuda o cérebro a processar esses diferentes sons sem ter que fazer um esforço extra. Portanto, os alunos disléxicos seriam capazes de se concentrar e ouvir o professor se eles praticassem música, mesmo que fossem atormentados por distrações.

8.    Acelera o desenvolvimento auditivo em crianças: Crianças – de até 10 anos – desenvolvem habilidades de resposta auditiva e de reconhecimento mais rápido do que aquelas que não têm essa formação, colocando-os no mesmo nível que as crianças de um ou dois anos mais velhas.

9.    A música pode “ajustar” o tronco cerebral: O tronco cerebral é a parte do cérebro que controla as funções automáticas, como respiração e batimentos cardíacos, e a música pode realmente mudar a forma como ele funciona.  Anteriormente, os cientistas acreditavam que a música só afetava o córtex cerebral, onde o raciocínio e a linguagem são desenvolvidos.

10.    A musicoterapia ajuda os pacientes com derrame a se recuperarem: Os doentes com AVC que perderam a capacidade de falar podem se beneficiar da musicoterapia que os desafia a cantar as primeiras palavras. Em alguns casos, o neurocientista da Escola de Medicina de Harvard Gottfried Schlaug descobriu que os pacientes com lesões na parte do cérebro associada com a linguagem poderiam cantar” Parabéns a você “, dizer seus endereços e avisar quando estivessem com sede depois da musicoterapia.

Fonte: Música&Mercado 

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Bruno Silva
Por Bruno Silva Jornalista, e-mail: bruno@revide.com.br
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