ARTELETRANDO COM A ALFABETIZAÇÃO: brincar para aprender,jogos, alfabetização letrar

ARTELETRANDO COM A ALFABETIZAÇÃO: brincar para aprender

Vanessa Cardoso Biagi [1]

                                                                                                          Sayhara Fischer[2]

Elaine Assolini³

 

INTRODUÇÃO

A alfabetização é o alicerce para uma educação libertadora, por essa razão, pode ser considerada como uma das fases mais importantes do processo de aprendizagem, pois é responsável por iniciar a formação dos alunos, conduzi-los, capacitá-los como sujeitos sociais críticos e participativos.  Portanto, é fundamental ensinar a alfabetização e o letramento de uma maneira que possam ser significativas e, para tal, é importante que o professor possa recorrer a diversos tipos de recursos, dentre eles a arte e a brincadeira, como meios para estimular, não só, o   raciocínio e a curiosidade, mas principalmente o “querer aprender”. Assim, a aprendizagem fará sentido, trará sucesso, não só durante a infância e no decorrer dos demais anos escolares, mas principalmente ao longo de toda a vida do aluno. 

Para Kleiman (2005, p 8), "o conceito de alfabetização refere-se também ao processo de aquisição das primeiras letras e como tal envolve sequências de operações cognitivas, estratégias, modos de fazer." É por essa razão que refletir sobre o ato educativo é fundamental para o professor.

Nesse sentido, este artigo traz uma reflexão sobre a importância da brincadeira e da arte, como partes fundamentais no papel da alfabetização e do letramento para a constituição histórico social do "Ser" aluno. Busca também compreender quais as possibilidades de melhoria dessas práticas, para o ensino de alfabetização e letramento. Afinal como afirma Vygotsky (2000, p. 134) "o brinquedo (...) cria uma zona de desenvolvimento proximal da criança. No brinquedo, a criança sempre se comporta além do comportamento habitual de sua idade, além de seu comportamento diário; no brinquedo, é como se ela fosse maior do que é na realidade.”

Assim, é preciso reconhecer cada indivíduo em suas múltiplas dimensões, ou seja, sem restringir sua condição apenas à de aluno; é preciso considerar e respeitar que se trata de “ser” criança, muito mais que “ser” aluno, pois cada criança está envolta à arte por todas as suas formas de expressão e, por meio da brincadeira, a criança aprende. Portanto, o professor necessita ir além, para transformar ativamente cada aula, cada momento de aprendizagem, em possibilidades de arte, movimento, expressão e brincadeira.

Por essa razão, a escola enquanto instituição, bem como os professores enquanto educadores, formadores, precisam entender e respeitar os "ritos de passagem" (celebrações que marcam mudanças de status de uma pessoa no seio de sua comunidade, os momentos importantes na vida das pessoas. Os mais comuns são os ligados a nascimentos, mortes, casamentos e formaturas, as fases de desenvolvimento), ou seja, respeitar as fases de transição pelas quais a criança passa, como por exemplo, a transição que a criança faz da Educação Infantil para a Pré-escola e o Ensino Fundamental, que não deve ser rompida abruptamente, mas ao contrário, deve ser contínua.          

Todavia, muitos professores, erroneamente, acabam estipulando às crianças que  acabaram de vir da Educação Infantil, “o dia da brincadeira” ou ainda "o horário" para a brincadeira; quando o correto seria transformar a aula num espaço de brincadeira, afinal o professor precisa encontrar propostas pedagógicas que  sejam capazes de valorizar o movimento; que essas aulas considerem os saberes prévios das crianças, enquanto  "sujeitos educandos"  bem como os contextos sociais e culturais em que eles estão inseridos.

 Por conseguinte, o professor, ao preparar suas aulas, deve considerar que os alunos, enquanto crianças em processo de formação, são também atores sociais que necessitam de condições de igualdade com os adultos, dentro do espaço educativo. Nesse sentido a arte e a brincadeira não devem ser “podadas”; não pode haver separação entre a hora de aprender, a hora de brincar, ou ainda entre a hora da leitura e a hora do desenho. Toda hora é hora de aprender, toda hora é hora de brincar, toda hora é hora de ler, expressar-se artisticamente pela brincadeira, por meio do desenho, pintura, música, dança e diversas outras formas. Como já dizia o poeta (PESSOA, 1995, p.166):

 

 

É tempo de brincar/ Chamem as crianças nas casas/Conclamem a infância prás ruas/Pois é tempo de brincar/é tempo de brincar/Diz o poeta/Quando as crianças brincam/E as ouço brincar/Qualquer coisa em minha alma/Começa a se alegrar/Convoquem grandes e pequenos/Para a alegria contagiante/Das brincadeiras e cantigas de roda/Esconde-esconde, pega-pega/É tempo de brincar/É tempo de iluminar becos e praças /Com olhos de crianças curiosas/Com sorrisos de descobertas/É tempo de brincar/É tempo de comungar com a vida/Que pulsa incessante pelo meio fio/E fazer da infância um fio inteiro/Anunciem aos quatro ventos/Que criança é ser brincante/É ter pés descalços/Prá pisar no mundo da Lua/É tempo de brincar/É ver tromba de elefante/Se transformar em roda gigante/Na imensidão do céu azul/Invadam as vilas, tragam as crianças/Libertem seus corpos brincantes/Do mundo quadrado, dos quartos fechados/Das telas, das celas de aula/Resgatem-nas para serem protagonistas/Num palco de terra, /Num cenário verde, de flores/De aromas, cores e texturas reais/ É tempo de brincar/Devolvam à infância o gosto bom/Da aventura e da liberdade/De crescer solta/De mãos dadas com outras crianças /Antes que seja tarde/Antes que a última criança feneça/E não acredite mais/Que o mundo é bom, belo e verdadeiro.

 

Mesmo que dentro da escola, na sala de aula, a criança seja o “Ser” aluno, ela ainda é criança, tem de ser respeitada como tal, não deve jamais ser separada de sua arte e sua brincadeira, que a constituem como sujeitos. Dessa forma, o professor/alfabetizador deve considerar o lúdico como um ilustre parceiro, pois as crianças fazem da brincadeira, uma ponte para o imaginário.

Consequentemente, o contar, ouvir histórias, o dramatizar, o jogar com regras, o desenhar, dentre outras atividades, dão significado para a aprendizagem, pois colocam as crianças como protagonistas de seu próprio aprendizado. Assim, ao juntar a arte com o letramento, a alfabetização com a brincadeira, o professor estará “Arteletrando” por meio da brincadeira.

 

POR QUE INSERIR A ARTE E A BRINCADEIRA NO PROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL? 

 

É preciso considerar que mesmo antes da criança passar pelo processo de alfabetização, ela já é falante da língua, já está inserida em um mundo que exige a interpretação de códigos, a verbalização de textos para expressar-se e que esse mundo transforma-se em um palco para essa criança; as crianças são “seres artísticos” em potencial, que pensam, sentem de inúmeras formas criativas, elas são singulares, pensam e racionalizam por si próprias. Portanto, é necessário desconstruir o maior engano cometido por muitas escolas tradicionais: que é acentuar os erros na escrita das crianças, desprezar o que elas pensam, sentem e interpretam. 

Além disso, a criança precisa atribuir sentido ao que lê e escreve, pois quando não há sentido, deixa de ter importância para ela, criando um abismo entre o aluno, a leitura e a escrita. 

 [...] é na cotidianidade que os conceitos sociais e culturais são construídos pela criança, por exemplo, os de gostar, desgostar, de beleza, feiura, entre outros. Esta elaboração se faz de maneira ativa, a criança interagindo vivamente com pessoas e sua ambiência (FERRAZ; FUSARI, 1993, p. 42).

É dessa forma que as atividades artísticas são capazes de contribuir com ricas oportunidades para o desenvolvimento educacional, principalmente no que se refere ao processo de alfabetização e letramento, pois coloca ao alcance das crianças, diversos tipos de materiais para manipulação, além disso, proporciona o surgimento da arte espontânea, que surge em brincadeiras ou a partir de uma proposta mais direcionada.

 

O lúdico, o teatro, a dança, a pintura, o desenho, a criatividade, o conto de fadas, fazem parte de um momento em que as crianças se expressam, comunicam e transformam a vida na relação com a arte, ou seja, somos potencialmente criadores, possuímos linguagens, fazemos cultura” (PIRES, 2009, p. 47).

 

 Consequentemente, o professor precisa perceber a linguagem como um lugar de interação, de interlocução humana, de expressão, de produção de cultura, para tal, nada melhor que a arte e a subjetividade, para apoiar essa educação. 

 

Queiramos ou não, é evidente que a criança já vivencia a Arte produzida pelos adultos, presente em seu cotidiano. É óbvio que essa Arte exerce vivas influências estéticas na criança. É óbvio, também, que a criança com ela interage de diversas maneiras (FERRAZ; FUSARI, 1993, p. 43).

 

Assim, é coerente afirmar que a arte é uma maneira da criança expressar-se e ter contato com seus diversos formatos. Favorece a exploração, o conhecimento, a brincadeira,  contribuindo, dessa forma, para analisar a compreensão do aluno e do mundo a sua volta, de maneira que consiga realizar uma  ligação entre a fantasia e a realidade, uma vez que, mediante a realização de atividades artísticas, a criança desenvolve sentimentos, autoestima, capacidade de representar o simbólico, analisando, avaliando e fazendo interpretações.  

Todavia, o recurso artístico é, quase sempre, pouquíssimo utilizado para trabalhar a oralidade, a leitura e a escrita nas aulas, mas ao contrário são privilegiadas as técnicas tradicionais como a soletração, a silabação, a decoreba das letras e descartado o fato de que as crianças necessitam de outros métodos de aprendizagem.

É importante o uso dos jogos teatrais e das brincadeiras como recursos para alfabetizar, pois trabalham a interpretação, o autoconhecimento, a criatividade, auxiliam muito na compreensão de começo, meio e fim de uma história, ao mesmo tempo em que valorizam o contexto social da criança.  

Portanto, o professor deve fazer da arte e da brincadeira suas grandes aliadas para alfabetizar, considerando que a brincadeira expressa a forma como a criança reflete, organiza, desorganiza, destrói e reconstrói o mundo do seu jeito.  Além disso, a arte é uma necessidade humana, nasce com o desejo de criar, representar e simbolizar uma visão de mundo.  Segundo (FRANTZ, 2011, p. 42-43), "é por meio da fantasia, da imaginação, da emoção e do ludismo que a criança aprende a sua realidade, atribuindo-lhe um significado, veremos que o mundo da arte é o que mais se aproxima do universo infantil, à medida que ambos falam a mesma linguagem simbólica e criativa." 

Todavia, o trabalho pedagógico fundamentado na arte e nas brincadeiras, por si só, não é suficiente, ou seja, não basta apenas aplicar jogos no processo educativo. Esse trabalho exige ações pedagógicas diferenciadas, para isso o professor deve recorrer ao uso de metodologias ativas, dispor de materiais que enriqueçam e possam direcioná-lo a respeito da apropriação adequada do contexto em que as crianças estão inseridas. 

Outrossim, a intervenção do adulto no jogo da criança, não só é possível, como também, imprescindível, dentro do trabalho pedagógico, podendo manifestar-se de diversas maneiras:  brincar junto com as crianças; ler histórias a respeito de uma temática com a qual a criança esteja brincando em seus jogos; organizar uma visita a uma das situações presentes no brincar da criança etc.  

 

INSERINDO A ARTE E A BRINCADEIRA PELAS METODOLOGIAS ATIVAS 

 

 Existem muitas possibilidades de inserção da arte e das brincadeiras para alfabetizar, sejam elas no espaço físico da escola, da sala de aula ou, ainda, em espaços remotos.

 

 [...] o ensinar e o aprender acontecem em uma interligação simbiótica, profunda e constante entre os chamados mundo físico e digital. Não são dois mundos ou espaços, mas um espaço estendido, uma sala de aula ampliada, que se mescla, hibridiza constantemente. (MORAN, 2015 p. 39)

 

 

 Atualmente a tecnologia é um instrumento que faz parte da nossa cultura e da nossa rotina, embora ainda seja um desafio para grande parte dos professores, seja por falta de recursos, seja pela falta de conhecimento da aplicação eficaz das metodologias ativas no ambiente educacional.  

 

  As metodologias ativas constituem alternativas pedagógicas que colocam o foco do processo de ensino e de aprendizagem no aprendiz, envolvendo-o na aprendizagem por descoberta, investigação ou resolução de problemas. (…) as metodologias ativas procuram criar situações de aprendizagem nas quais os aprendizes possam fazer coisas, pensar e conceituar o que fazem e construir conhecimentos sobre os conteúdos envolvidos nas atividades que realizam, bem como desenvolver a capacidade crítica, refletir sobre as práticas realizadas, fornecer e receber feedback, aprender a interagir com colegas e professor, além de explorar atitudes e valores pessoais. (BACICH, 2015, p. 80)

 

O processo de ensinar e alfabetizar precisa ser constante, não pode ser visto apenas como papel da escola ou do professor, mas sim como responsabilidade de um trabalho em conjunto entre a família, a escola, o professor e principalmente o próprio aluno, pois diferente das práticas tradicionais de ensino, em que o professor era o protagonista, “o dono do conhecimento  e da verdade”, agora vivenciamos outro contexto em que  por  intermédio das metodologias ativas, o aluno é o protagonista, ou seja, é o principal responsável por sua aprendizagem.

 

Enquanto joga o aluno desenvolve a iniciativa, a imaginação, “o raciocínio, a memória, atenção, curiosidade e interesse, concentrando-se por longo tempo em uma atividade. Cultiva o senso de responsabilidade individual e coletiva, em situações que requerem cooperação e colocar-se na perspectiva do outro.” (FORTUNA, 2003, p. 15-17).

 

  Cabe explicar que as metodologias ativas possuem diversas estratégias: como a aprendizagem baseada em projetos (project-based learning – PBL); a aprendizagem por meio de jogos (game-based learning – GBL); o método do caso ou discussão e solução de casos (teaching case); e a aprendizagem em equipe (team-based learning – TBL). Todas essas estratégias podem e devem auxiliar as práticas pedagógicas, de maneira que facilitem e tornem o processo ensino - aprendizagem atrativo e agradável.

 Assim sendo, a brincadeira e a arte em suas diversas formas: música, dança, teatro, pintura e desenho ganham maior amplitude percorrendo espaços escolares e também os não escolares, fazendo uma ponte entre a escola, a família e, principalmente, dando sentido ao aluno, que deixa de ser coadjuvante e passa a entender que, ao aprender a ler e a escrever, ele será capaz de interpretar o mundo a sua maneira.

            A aula invertida, por exemplo, é de grande importância para esse processo de construção do aprendizado, pois ao pesquisar sobre uma música, sobre uma poesia ou pintura, a criança além de estar em contato com as letras, entra também em contatos com diversas culturas. Além disso, a criança passa a perceber que ela é responsável pelo seu aprendizado, começa a desenvolver autonomia. Conectado a isso, a gamificação ou aprendizagem por meio de jogos, desperta o raciocínio, a criatividade e podem ser utilizados tanto em sala de aula presencial, quanto remota, com o auxílio do professor ou ainda em atividades familiares.

A gamificação é diferente de um ensino com jogos, que utiliza games prontos, pois nela o professor cria o seu recurso, ou seja, professor não vai propor um jogo tradicional, mas ele pode utilizar a dinâmica do jogo, a favor da aprendizagem que busca atingir.  

Já, por meio da Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP), que é uma metodologia por meio da qual os alunos são apresentados a um problema que devem resolver, tanto em grupo, quanto individualmente, o aluno desenvolve outras aprendizagens, como a cooperação, a autonomia e a comunicação. Afinal, o período da alfabetização é um tempo de descobertas, portanto, quanto mais recursos para tornar o ambiente lúdico e interativo, melhor será para uma aprendizagem significativa.

             

 CONSIDERAÇÕES FINAIS: 

 

Alfabetizar e letrar consistem em formar sujeitos que sejam capazes de produzir, interpretar textos com autoria, serem livres para tomar decisões e participar ativamente da sociedade. Por conseguinte, o professor necessita analisar a sua prática, refletir sobre os contextos e condições em que ocorrem o processo ensino-aprendizagem, pois cabe a ele adequar sua ação à realidade do aluno, para tal, as metodologias utilizadas precisam adaptar-se às reais necessidades, tanto individuais, quanto coletivas dos educandos. 

A vista disso, a arte e a brincadeira são aliadas importantíssimas para o ensino aprendizagem de alfabetização nos anos iniciais, pois alfabetizar é uma arte que vai muito além do quadro e giz, está nas vivências do aluno, que é letrado enquanto brinca de fazer arte.  Além disso, brincar é uma forma motivacional de acolher a criança no espaço de aprendizagem, uma vez que, é por meio da apropriação que se dá o desenvolvimento cultural. Segundo Elkonin (1998, p. 295), “A brincadeira, o  jogo deve ser compreendido não apenas  como uma atividade própria à criança, mas como atividade constitutiva da condição infantil.” 

Assim, a arte, a brincadeira quando utilizadas corretamente, auxiliam o processo de aprendizagem de maneira divertida; afinal a criança acabou de deixar a Educação Infantil e a pré-escola, nas quais passava muitas horas brincando, para ocupar, agora, por muitas horas, a seriedade da sala de aula. Portanto, a brincadeira deve ser encarada como auxiliar para uma continuidade dos aprendizados, para que não haja uma ruptura na passagem de uma fase para outra, pois o ensino e a aprendizagem devem ser contínuos.

Como afirma (ASSOLINI, 2019),

alfabetizar é muito mais do que ensinar a ler e a escrever, porque o sujeito alfabetizado, além de codificar e decifrar palavras, frases e textos, interpreta, considerando que a “sua” interpretação é uma dentre as muitas possíveis. (...) É formar cidadãos, o que na sociedade contemporânea consiste em conhecer os fatos, os acontecimentos, pensar e discutir sobre eles a partir de diferentes perspectivas e pontos de vista.

( Disponível em https://www.revide.com.br/blog/elaine-assolini/alfabetizar-e-muito-mais-do-que-ensinar-ler-e-escr/).

 

O brincar é algo extremamente importante, sério na vida da criança e, muito além de proporcionar prazer, é um elemento capaz de promover diversas aprendizagens, psíquicas, motoras, cognitivas, de suma importância para o desenvolvimento da pessoa, podendo e devendo tornar-se um aliado do sujeito professor, pois, ao brincar, a criança entrega-se. 

 

[...] só ocorre verdadeiramente a aprendizagem quando a atividade é significativa, quando a experiência é “encarnada”. Por esta razão, quando falamos de aprendizagem significativa estamos fazendo alusão às aprendizagens internas/vividas internamente de modo significativo. (GOMES, 2011, p.139, tradução nossa)

 

 

REFERÊNCIAS

 

ASSOLINI, Filomena Elaine P. Alfabetizar é muito mais do que ensinar a ler e escrever. Blog da Elaine Assolini. Revista Revide 27 de Junho de 2019. Disponível em https://www.revide.com.br/blog/elaine-assolini/alfabetizar-e-muito-mais-do-que-ensinar-ler-e-escr/

 BACICH, L.; TANZI NETO, A.; TREVISANI, F. M. (Org.). Ensino híbrido: personalização e tecnologia na educação. Porto Alegre: Penso, 2015.

ELKONIN, D. (2009). Psicologia do jogo. São Paulo: Martins Fontes.

FERRAZ, Heloisa; FUSARI, Maria F. de Resende; Arte na educação escolar. São Paulo: Cortez, 1993. 

FORTUNA, Tânia Ramos; BITTENCOURT, Aline Durán da Silveira de. Jogo e educação: o que pensam os educadores. Revista Psicopedagogia, Rio Grande do 

sul, n. 20, v. 63, p. 234-42, 2003.

 FRANTZ, M. H. Z. A literatura nas séries iniciais. Petrópolis, RJ: Vozes, 2011.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia. São Paulo: SP: Paz e Terra, 1996.

FREIRE, P. Pedagogia da Indignação: cartas pedagógicas e outros escritos. São Paulo: Ed. UNESP, 2000.

FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. 34.ed. São Paulo: Paz e Terra, 2006.

GOMES, Antenor Rita. Lectura de Imagen e Aprendizaje Significativo. In: hachetetepe: Bibliotecas, Lecturas e TICs – Hachtetepe número 04: Revista científica e educación. Grupo Educon. Facultad de Educación. Universidad de Cádiz-ES. 2012.

KLEIMAN, B. Angela, Preciso ensinar Letramento? Não basta ensinar a ler e a escrever?Cefiel/ IEL/ Unicamp, 2005-2010. 

 

LAVELBERG, R. Para Gostar de Aprender Arte: sala de aula e formação de

professores. Porto Alegre: Artmed, 2009.

 

MORAN, J.; BACICH, L. Aprender e ensinar com foco na educação híbrida. Revista Pátio, n. 25, jun. 2015

 

PESSOA, F. Poesias. Lisboa: Ática, 1942 (15ª ed. 1995).

 

 

 

 

[1] Graduanda do Curso de Pedagogia da  FFCLRP - [email protected];

[2]  Graduanda do curso de Pedagogia da FFCLRP -  [email protected]

³ Professora Associada FFCLRP – USP – [email protected]

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Elaine Assolini
Por Elaine Assolini Pedagoga, linguista, pesquisadora, e-mail:[email protected]
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