Rock argentino: No ocidente da Prata

Rock argentino: No ocidente da Prata

Em entrevista recente ao jornal espanhol El País, o ator mexicano Gael García Bernal, disse que é inexistente o consumo de cultura latino-americana dentro do próprio continente. Ele exemplificou dizendo que “No México, estreiam poucos filmes argentinos. Na Argentina simplesmente não passam filmes mexicanos. no Brasil é raro se ver tanto uns como outros”.

Por isso, resolvo mostrar nesse espaço um pouco da música desses países, além de Chile, Uruguai, Colômbia, Panamá e o que de bom eu conhecer.

Começo com os argentinos, que sempre atraem festivais internacionais, como o Lollapalooza, e realizam grandes eventos caseiros, como o Quilmes Rock.

Uma banda bacana é chamada Bersuit Vergarabat, e é considerada uma das grandes que existem na Argentina.

O Bersuit tem como características misturar nas canções rock, cumbia (aquela que Carlitos Tevez dançava no Corinthians) e outros ritmos locais. Além de se destacar com composições de cunho político, como Sr. Cobranza.

 

Beatles argentinos

Um dos mais famosos grupos da história do rock argentino é o Sui Generis, que esteve na estrada entre 1969 e 1975. Tocavam um rock psicodélico, e ganharam o apelido de Beatles argentinos. Na formação, que contava com os integrantes Nito Mestre, Rinaldo Rafanelli, e Juan Rodríguez, se destacava um dos maiores nomes da música dos Hermanos, Charly García, que seguiu em carreira solo produzindo verdadeiras joias, como Demoliendo hoteles,que critica a ditadura militar de lá em pleno regime.

 

O Rei

Mas o meu favorito é Fito Paez, que no Brasil ficou conhecido por fazer parcerias com Os Paralamas do Sucesso e ter participado do acústico MTV do Titãs. Ele fez essa música graciosa, Margarita.

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