Longa espera
A Parceria Público Privada que está sendo discutida tem um grande porém. Pelo projeto, a cidade terá pouco mais de 50% da coleta seletiva daqui a oito anos, no distante 2020. Lembrando que as discussões ambientais ganharam força na década de 90. Hoje, com certeza Ribeirão Preto deve fazer parte da lista das cidades em que a implantação desse serviço essencial está atrasada. Sem contar que o aterro sanitário não deveria fazer parte de uma proposta para o futuro. Enterrar o lixo, onde quer que seja, é uma solução medieval. Como pode uma cidade com o perfil socioeconômico de Ribeirão Preto reciclar menos de 15% do lixo?