Pela modernização do trote

O modo de encarar a vida muda de geração para geração. Por isso, desde que não ocorram excessos, não se pode ver apenas com os olhos da reprovação as cenas que se repetem todos os anos nas ruas na comemoração dos bichos que passaram no vestibular. Todo mundo tem o direito de extravasar a sua alegria da forma de quiser, desde que esse comportamento não afronte os direitos e a liberdade de outras pessoas. Os “bichos” precisam decidir livremente se participam da “brincadeira”, ninguém pode ser coagido. Gerações anteriores também já cometeram suas excentricidades, mas já passou da hora de rever o trote que não faz jus ao status intelectual dos universitários.