A propósito
A prisão preventiva da mãe de Joaquim, Natália Pontes, muito antes do julgamento, é um caso raro de “eficiência judiciária brasileira”. Até então, de acordo com a legislação, pessoas acusadas de matar até mais de uma pessoa aguardam seus julgamentos em liberdade. Essa prisão mostra que o crime de omissão ou a tentativa de atrapalhar a investigação policial pode ser mais grave que o homicídio ou a direção embriagada que provoca acidente e morte. Nesse último caso, por exemplo, o acusado paga uma fiança e vai embora para casa.