A saga do Sofá II
A respeito da nota da coluna, publicada na semana passada, criticando o descarte indevido de um sofá na rua, uma leitora enviou e-mail para comunicar que enfrentou problema semelhante após adquirir um novo. Em defesa dos cidadãos da cidade que esperam uma maior atenção do serviço publico, a leitora contou que entrou em contato com a Prefeitura de Ribeirão Preto e foi orientada a deixar o sofá em uma calçada próxima à residência para que fosse “levado” em 24 horas. Passados dois dias, o sofá continuava lá, impávido, próximo ao condomínio da moradora na zona sul, comprometendo o movimento de quem passava na calçada e a própria estética da rua. Aí, apesar do calor infernal que está fazendo, choveu e o sofá encharcou. Novamente, a leitora entrou em contato com a Prefeitura que pediu mais um prazo de 24 horas para efetuar o recolhimento. Mais um dia de espera e nada do sofá ser removido. O móvel continuava lá e agora já tinha se transformado numa grave falta de higiene e de educação. Virou um problema de saúde pública. Para resolver a situação de forma definitiva, um carreto foi contratado e o sofá foi “cremado”, o que não se recomenda, pois agrava um pouco mais o problema do aquecimento global. Ao final do e-mail, a leitora pede mais eficiência e comprometimento da Prefeitura na hora de prestar o serviço.