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Bastidores da Política | 05.07.2019

As principais informações da política em Ribeirão Preto

Parceria, só que não
O Presidente do Lar Padre Euclides, Nei Martins, reclama da falta de parceria da Prefeitura de Ribeirão Preto em relações às instituições sociais da cidade. O gestor alega que o local tem um programa de captação de verbas das empresas que destinam o imposto de renda para as instituições sobreviverem, mas a quantia segue para o Fundo Municipal do Idoso (FMI), que retém 20% do valor e parcela o restante em 12 vezes para os asilos. “A Prefeitura só tira das instituições e não ajuda em nada. Não há prestação de contas sobre os 20% e não sabemos qual o direcionamento desse dinheiro. Precisamos parar só de ouvir e começar a reclamar. O lado municipal não faz nada, só cobra”, disse.
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Do outro lado
A Prefeitura, no entanto, alega que o Conselho Municipal do Idoso de Ribeirão Preto tem elaborado resoluções que colocam como prioridade as Organizações da Sociedade Civil (OSC) que executam o Serviço de Acolhimento Institucional para idosos que estão em situação de vulnerabilidade social, demanda significativa do município. Os recursos captados pelo Fundo do Idoso (doações e os 20% da destinação do IR) têm sido repassados às instituições através de edital de chamamento público.
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Troca de farpas 
 Os vereadores Maurício Gasparini (PSDB) e Marinho Sampaio (MDB) foram protagonistas de uma série de indiretas durante uma discussão no plenário da Câmara Municipal de Ribeirão Preto, na sessão ordinária do dia 2 de julho. Os parlamentares entraram em desacordo ao se pronunciarem sobre a votação conjunta ou separada de pautas urgentes. Marinho queria votar o Projeto de Lei 134/2019 sobre a qualificação de entidades sem fins lucrativos como organizações sociais de educação separadas das demais, Gasparini optou pelo contrário. 


Troca de farpas 2
“É o terceiro mandato como vereador e não aprendeu até hoje que o regimento diz que o plenário decide se a votação é englobada ou não”, disse Gasparini. “Reclamaram da gestão passada, mas estão fazendo pior no plenário. É brincadeira, esses são assuntos diferentes. Não sei quais os motivos da pressa em votar sobre a educação”, falou Marinho.


Pipódromo
O vereador Jean Corauci (PDT) teve um projeto de lei com título não convencional aprovado em discussão única. O próprio parlamentar alega que Pipódromo é um nome estranho, mas é um pedido para que a Prefeitura implante espaços nos parques e praças da cidade destinados às pessoas que queiram soltar pipas. Nesses locais, não haveria árvores ou fiação elétrica. “É uma palavra diferente que não costumamos ouvir. O projeto visa um controle melhor da brincadeira sem o uso de cerol, que cabe à Polícia Militar fiscalizar”, justificou. 

“Ninguém vê que o prefeito está passando o trator na Câmara Municipal. É preciso intervir”
declarou o vereador Adauto Marmita (PR) em relação aos projetos de Educação e Saúde relacionados ao legislativo e à cidade. 

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