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Bastidores da Política | 15.03.2019

As principais informações da política em Ribeirão Preto

Escreveu, não leu
Durante a votação que aprovou doação do terreno onde será construído o Centro Administrativo de Ribeirão Preto, alguns vereadores ficaram confusos quanto a uma emenda. Elizeu Rocha (PP) não se sentiu confortável em votar a retificação e pediu para que o autor do texto, Alessandro Maraca (MDB), explicasse aos colegas do que se tratava.

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Pego de surpresa, o emedebista tentou explicar que o texto resolveria um problema presente no projeto. Ao final da curta explicação, o presidente da casa, Lincoln Fernandes (PDT), ainda questionou: “Está explicado, vereadores?”. Um silêncio constrangedor tomou conta da Câmara após a pergunta.


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Diferente do texto original, que teve apenas três votos contrários, a emenda apresentou seis votos negativos e sete abstenções. Vendo que seria preciso explicar com mais clareza, Maraca disse que a emenda fora discutida com o Executivo e que apenas revogava uma lei conflitante que já existia e tratava do mesmo assunto. 


Marcha à ré
A Prefeitura de Ribeirão Preto voltou atrás com o projeto de lei que limitaria a concessão de passe livre a pessoas com deficiência no transporte público da cidade. O texto propõe que o direito a deficientes esteja disponível apenas para aqueles de baixa renda. O projeto chegou a entrar na pauta para ser votado na terça-feira, 12 de março, na Câmara. Porém, foi retirado horas antes do início da sessão.

Sem apelar
Alguns vereadores chegaram a cogitar uma condução coercitiva após a ausência da secretária da Educação, Luciana Rodrigues, na oitiva que aconteceria na terça-feira, 12. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) investiga a morte do estudante na Escola Municipal Eduardo Romualdo, em novembro do ano passado. Contudo, não foi preciso apelar. A reunião foi reagendada para a quinta-feira, 14 de março. À reportagem, ela garantiu presença e até o fechamento desta edição, a oitiva não havia ocorrido.

“Minha solidariedade ao bloco impedido, a meu ver arbitrariamente, de realizar uma festa democrática, cultural e alegre na zona sul de Ribeirão Preto”

Criticou o vice-prefeito Carlos Cezar Barbosa (PPS), após o cancelamento, pela própria prefeitura, do bloco Carnafolia. Nas redes sociais, Barbosa ainda dedicou a música “Pra quê discutir com madame?” aos foliões que lamentaram o cancelamento.

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