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Bastidores da Política | 17.05.2019

As principais informações da política em Ribeirão Preto

Nas mãos da Justiça
O Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo irá julgar a greve dos servidores de Ribeirão Preto que durou 24 dias. O processo de dissídio coletivo será aberto após as tentativas frustradas de se obter um acordo amigável entre a Prefeitura e o Sindicato dos Servidores. No momento, os grevistas informam que o movimento está suspenso, mas não encerrado.

Batata quente
O prefeito Duarte Nogueira (PSDB) anunciou, no dia 10 de maio, o terceiro secretário da Educação em menos de três anos. Felipe Elias Miguel é especialista em administração pública e chega com a fama de ser um “bom gestor”.  Felipe assume uma secretaria com déficit de professores, problemas de segurança nas escolas e uma categoria insatisfeita e com alta adesão à greve.
Foto: Thaisa Coroado
Jantar dos deuses 
O vereador Renato Zucoloto (PP) moveu uma moção de repúdio contra os gastos do Supremo Tribunal Federal (STF) com alimentação. Recentemente, um desembargador da 1ª Vara da Seção Judiciária do Distrito Federal (TRF-1) cassou uma decisão que suspendia uma licitação com lance mínimo de R$ 463 mil do STF. A licitação inclui iguarias como bobó de camarão, medalhões de lagosta, bacalhau, além de uma extensa e exigente lista de vinhos.
Foto: Silvia Morais Camara
Entra o dentista, sai o judoca
A 5ª Turma do Superior Tribunal de Justiça decidiu, por unanimidade, que o vereador Waldyr Villela (PSD) pode voltar a ocupar uma cadeira na Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto enquanto aguarda julgamento. O vereador é acusado pelos crimes de peculato, exercício ilegal da medicina desde 2008 e por exercício de atividade com infração administrativa. Atualmente, quem ocupa a cadeira de Villela na Câmara é o vereador Dadinho (PTB).


Estaca zero
A Câmara dos Vereadores de Ribeirão Preto arquivou o projeto do Plano Municipal de Educação (PME) elaborado pela Prefeitura. Anteriormente, o texto recebera o parecer contrário da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Segundo o entendimento da CCJ, o texto era inconstitucional e não deu tempo hábil para o Conselho Municipal de Educação analisar a proposta. Com isso, o Executivo precisará encaminhar um novo texto e a tramitação volta à estaca zero. 

Foto: Aline Pereira Camara

“Aceito a decisão da Justiça, mas é lógico que não fico tão feliz assim, queria trabalhar mais”

declarou o vereador Dadinho (PTB) sobre a possibilidade de deixar o cargo para o retorno de Waldyr Villela (PSD).

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