Colégio Pequeno Príncipe,

Colégio Pequeno Príncipe

Uma empresa de 50 anos

Nascido do desejo de seis casais de professores de proporcionar uma escola diferenciada a seus filhos, onde as crianças tivessem mais autonomia e acesso a uma nova metodologia de ensino, o Colégio Pequeno Príncipe foi fundado em 25 de janeiro de 1966. A escola já começou as atividades com um número muito maior de alunos do que o esperado, tanto que apenas dois anos depois, em 1968, já passava pela primeira ampliação.

A chegada de alunos de outros bairros e a perspectiva de que haveria possibilidade de um retorno financeiro para ser aplicado no próprio Colégio foram muito importantes para a intenção dos fundadores de atingir diferentes públicos com uma proposta educacional inovadora.

Maria Auxiliadora, uma das fundadoras do Colégio, relata o privilégio de poder contar essa história de sucesso de mais de 50 anos. “Não posso deixar de mencionar aqueles que fizeram parte do início dela, como Moema e Nélson Augusto, Geni e Humberto Taroso, Ib e Harley Bicas, que participaram dos primeiros dois anos, assim como o padre Angélico Sândalo Bernardino, hoje bispo de Blumenau. Mais tarde, Mafalda e Hemil Riscalla uniram-se ao grupo. Impossível não me emocionar, ainda, com a lembrança da cumplicidade da Maria Lúcia e José Carlos Prates Campos e da Maria Regina e Heni Sauaia durante os muitos anos dessa trajetória. E também de meu marido, José Antônio Oliveira, que até hoje, pacientemente, compartilha dos meus sonhos. O Colégio enfrenta desafios e celebra realizações. Penso que o que tornou o Pequeno Príncipe essa referência de ensino foi a cumplicidade de amigos dividindo um mesmo sonho. Deu certo pela sintonia e pelo respeito entre nós. Algo que buscamos transmitir aos nossos filhos, para perpetuarem esse ideal”, destaca.

Tradicional, em termos conceituais, o Colégio Pequeno Príncipe tem a preocupação com a formação de alunos capazes de formular as perguntas certas, mais do que dar respostas. Graças aos 50 anos de experiência, a direção da escola sabe que é necessário assumir novas formas e contribuir, cada vez mais, para a formação de crianças e jovens questionadores. “Quando nos procuram, os pais, em geral, têm dois questionamentos: um com relação ao nosso método de ensino, outro com relação à socialização dos alunos. Digo sempre que, embora nosso Colégio siga um modelo tradicional de ensino, nossa metodologia é bastante dinâmica, alinhada às novas propostas pedagógicas. Além disso, há um olhar atento e individualizado ao processo de socialização de nossos alunos. Os pais são comprometidos com as propostas pedagógicas do Colégio, dando-nos o suporte e a autonomia necessários. São pais preocupados com a formação de seus filhos, para que tenham competência e independência, mas que também desejam que eles sejam felizes”, afirma Maria Auxiliadora.

Essa relação entre pais e escola parece ser a fórmula do sucesso encontrada pelo Colégio para ultrapassar cinco décadas como referência de ensino em Ribeirão Preto. A certeza disso está no vínculo afetivo estabelecido com os ex-alunos, que, uma vez adultos e pais, fazem o caminho de volta para o Colégio, levando seus filhos para que tenham a mesma oportunidade que eles tiveram de serem felizes e adquirirem conhecimento ao mesmo tempo. “É a Família

Pequeno Príncipe se ampliando. Isso, além de nos deixar realizados, mostra que deu certo o nosso empenho em tornar realidade o sonho de uma escola que desperte curiosidade, descubra e desenvolva o potencial de cada aluno e valorize a ética”, conclui Maria Auxiliadora.

Para os sucessores na direção da escola, André Luis Ferreira Oliveira, Angela Campos Malavoglia e Cristina Gama Sauaia, a responsabilidade é dupla: manter o trabalho realizado por suas mães como uma contribuição para a cidade e dar continuidade a esse espírito familiar de união em torno de um ideal comum, algo que sempre permeou e sustentou o sucesso do Colégio Pequeno Príncipe.

O Início
Fundado em 1966, a partir do ideal de seis casais de educadores amigos, que desejavam uma nova escola para seus filhos, o Colégio Pequeno Príncipe começou as atividades com um número maior de alunos do que o esperado. 

Nascido do desejo de seis casais de professores de proporcionar uma escola diferenciada a seus filhos, onde as crianças tivessem mais autonomia e acesso a uma nova metodologia de ensino, o Colégio Pequeno Príncipe foi fundado em 25 de janeiro de 1966. A escola já começou as atividades com um número muito maior de alunos do que o esperado, tanto que apenas dois anos depois, em 1968, já passava pela primeira ampliação.

A chegada de alunos de outros bairros e a perspectiva de que haveria possibilidade de um retorno financeiro para ser aplicado no próprio Colégio foram muito importantes para a intenção dos fundadores de atingir diferentes públicos com uma proposta educacional inovadora.

Maria Auxiliadora, uma das fundadoras do Colégio, relata o privilégio de poder contar essa história de sucesso de mais de 50 anos. “Não posso deixar de mencionar aqueles que fizeram parte do início dela, como Moema e Nélson Augusto, Geni e Humberto Taroso, Ib e Harley Bicas, que participaram dos primeiros dois anos, assim como o padre Angélico Sândalo Bernardino, hoje bispo de Blumenau. Mais tarde, Mafalda e Hemil Riscalla uniram-se ao grupo. Impossível não me emocionar, ainda, com a lembrança da cumplicidade da Maria Lúcia e José Carlos Prates Campos e da Maria Regina e Heni Sauaia durante os muitos anos dessa trajetória. E também de meu marido, José Antônio Oliveira, que até hoje, pacientemente, compartilha dos meus sonhos. O Colégio enfrenta desafios e celebra realizações. Penso que o que tornou o Pequeno Príncipe essa referência de ensino foi a cumplicidade de amigos dividindo um mesmo sonho. Deu certo pela sintonia e pelo respeito entre nós. Algo que buscamos transmitir aos nossos filhos, para perpetuarem esse ideal”, destaca.

Tradicional, em termos conceituais, o Colégio Pequeno Príncipe tem a preocupação com a formação de alunos capazes de formular as perguntas certas, mais do que dar respostas. Graças aos 50 anos de experiência, a direção da escola sabe que é necessário assumir novas formas e contribuir, cada vez mais, para a formação de crianças e jovens questionadores. “Quando nos procuram, os pais, em geral, têm dois questionamentos: um com relação ao nosso método de ensino, outro com relação à socialização dos alunos. Digo sempre que, embora nosso Colégio siga um modelo tradicional de ensino, nossa metodologia é bastante dinâmica, alinhada às novas propostas pedagógicas. Além disso, há um olhar atento e individualizado ao processo de socialização de nossos alunos. Os pais são comprometidos com as propostas pedagógicas do Colégio, dando-nos o suporte e a autonomia necessários. São pais preocupados com a formação de seus filhos, para que tenham competência e independência, mas que também desejam que eles sejam felizes”, afirma Maria Auxiliadora.

Essa relação entre pais e escola parece ser a fórmula do sucesso encontrada pelo Colégio para ultrapassar cinco décadas como referência de ensino em Ribeirão Preto. A certeza disso está no vínculo afetivo estabelecido com os ex-alunos, que, uma vez adultos e pais, fazem o caminho de volta para o Colégio, levando seus filhos para que tenham a mesma oportunidade que eles tiveram de serem felizes e adquirirem conhecimento ao mesmo tempo. “É a Família

Pequeno Príncipe se ampliando. Isso, além de nos deixar realizados, mostra que deu certo o nosso empenho em tornar realidade o sonho de uma escola que desperte curiosidade, descubra e desenvolva o potencial de cada aluno e valorize a ética”, conclui Maria Auxiliadora.

Para os sucessores na direção da escola, André Luis Ferreira Oliveira, Angela Campos Malavoglia e Cristina Gama Sauaia, a responsabilidade é dupla: manter o trabalho realizado por suas mães como uma contribuição para a cidade e dar continuidade a esse espírito familiar de união em torno de um ideal comum, algo que sempre permeou e sustentou o sucesso do Colégio Pequeno Príncipe.

Contribuições para a cidade
Educação de referência : 
A formação de cidadãos com valores humanos é a maior contribuição 
do Colégio para Ribeirão Preto

Projeto Mão Amiga: Respeito ao próximo, propiciando aos alunos a oportunidade de desenvolver um trabalho voluntário junto a uma creche.

Gincana: A atividade envolve toda a comunidade escolar na arrecadação de alimentos, roupas e brinquedos, que são doados a diversas entidades.

Doação de Sangue: Incentivo para as crianças encontrarem doadores de sangue, ensinando-as, desde cedo, a importância desse ato. 

Palavra da diretora 

“Éramos seis casais muito amigos, todos educadores, alguns da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP-RP), outros de outras escolas. Sempre que nos reuníamos falávamos sobre a educação e o futuro dos nossos filhos. Decidimos, então, criar uma escola diferente. Não que a cidade não tivesse boas escolas, mas pretendíamos formar uma mais arrojada, com uma filosofia própria. A ideia foi muito bem recebida pelos demais professores da FMUSP-RP, uma vez que a maioria dos alunos, naquela época, era formada por filhos dos docentes da faculdade. Considero excelente essa acolhida da cidade e, tirando um pouco do orgulho e do desejo de ter feito um bom trabalho, penso que contribuímos com a sociedade oferecendo uma formação especial para nossas crianças, visando não só à informação, mas, principalmente, à ética, à moral e aos valores humanos. Seguimos neste caminho até hoje.”
Maria Auxiliadora Ferreira de Oliveira
 

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