Carnaval: Ipem-SP orienta consumidores sobre compra de fantasias e adereços
Instituto dá dicas para evitar contratempos na aquisição de produtos típicos da folia
Fantasias, confetes e serpentinas fazem parte da tradição do Carnaval. Para evitar problemas na hora da compra desses e de outros itens comuns no período, o Ipem-SP (Instituto de Pesos e Medidas do Estado de São Paulo) reuniu orientações com o objetivo de promover mais confiança nas relações de consumo.
Entre as principais recomendações está a atenção às informações presentes nas embalagens e etiquetas dos produtos, especialmente quando se trata de roupas, brinquedos e acessórios utilizados por crianças.
Roupas e fantasias
Ao adquirir vestimentas para a folia, é importante conferir a composição têxtil do tecido, que deve constar na etiqueta do produto. Também devem estar indicados a razão social ou nome da marca do fabricante, CNPJ, país de origem, percentual das fibras e filamentos que compõem o material, instruções de conservação e o tamanho ou dimensão da peça. Essas informações ajudam a evitar alergias e possíveis riscos à saúde.
Brinquedos e adereços infantis
Itens voltados ao público infantil precisam apresentar o selo do Inmetro e a classificação etária indicativa, o que garante que passaram por testes e atendem a requisitos mínimos de segurança. Óculos, máscaras, apitos, kits de enfeites, confetes e serpentinas devem ter ainda a quantidade descrita na embalagem compatível com o conteúdo efetivamente vendido.
Segundo o superintendente do Ipem-SP, Marcos Heleno Guerson de Oliveira Junior, para crianças o ideal é priorizar materiais naturais, como o algodão, que tendem a ser mais confortáveis. “No caso de tecidos sintéticos, como poliéster ou poliamida, é importante observar se a criança possui algum tipo de alergia. Já os adereços, considerados brinquedos, devem sempre ser utilizados com acompanhamento de um adulto, pois o selo do Inmetro refere-se aos requisitos mínimos de segurança”, afirma.
Produtos pré-medidos
Na compra de itens pesados e embalados sem a presença do consumidor, é fundamental observar a indicação quantitativa (peso ou volume) na etiqueta, que deve ser realizada pelo fabricante ou ponto de venda. O valor da tara — peso da embalagem — também precisa estar informado e descontado do total. Em caso de dúvida, a orientação é utilizar a balança disponível no estabelecimento para conferência.
Consumo de bebidas alcoólicas
O Ipem-SP também lembra que todos os etilômetros (bafômetros) utilizados pela polícia no estado passam por testes do instituto. Ainda assim, a recomendação é clara: se houver ingestão de bebida alcoólica, o ideal é não dirigir.
Orientação ao consumidor
O instituto disponibiliza para download o Guia Prático de Consumo, material que reúne dicas sobre a compra de diversos produtos, como itens embalados, têxteis e eletrodomésticos, além de orientações sobre o selo do Inmetro e o uso de balanças em estabelecimentos comerciais.
Foto: divulgação Governo de SP