Nova casa para um novo ciclo

Nova casa para um novo ciclo

Com 11 anos de história e presença nacional, a Faculdade Metropolitana amplia sua estrutura e consolida posição de destaque no ensino superior brasileiro

Com o zelo, bom gosto e idealismo que lhes são característicos, o mestre e doutor Claudio Romualdo, ao lado do professor mestre Antonio Esteca, CEO da Faculdade Metropolitana, concluíram mais um importante investimento na área educacional, ampliando a presença da Instituição de Ensino Superior (IES) em Ribeirão Preto. A nova sede, localizada na icônica avenida Francisco Junqueira, nº 2.300, no bairro central Vila Seixas, marca um novo ciclo de crescimento e consolidação da instituição fundada há 11 anos.


Credenciada pelo Ministério da Educação (MEC) para cursos presenciais e a distância (EAD), a FAMEESP (Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo) nasceu em 30 de setembro de 2014, com um único curso: de Administração, presencial, cuja primeira turma teve 40 alunos. Também funcionava em sede única, no 12° andar da torre empresarial do Shopping Iguatemi, com aproximadamente 300 m² de área e dez funcionários, entre administrativo e corpo docente.


Atualmente, além de manter o curso presencial de Administração em Ribeirão Preto, a Faculdade Metropolitana oferece mais de 30 graduações nos formatos a distância e semipresencial, com duração de dois a cinco anos, distribuídas em 14 polos de apoio em nove estados brasileiros. A instituição também disponibiliza 350 cursos de pós-graduação e MBA a distância e mais de 1.000 opções de extensão e aperfeiçoamento pelo portal “Estude Sem Fronteiras”. Somadas todas essas frentes, a instituição atende cerca de 250 mil alunos em todo o país. 


“Hoje contamos com mais de 300 colaboradores e cerca de 150 docentes, dos quais 97% possuem titulação de mestres e doutores”, destaca o CEO Antonio Esteca. Graduado e mestre em Ciência da Computação pela UNESP (Universidade Estadual Paulista), ele é doutorando em Psicologia pela PUC Campinas e possui especialização em Gestão de Negócios pelo IBMEC-RJ. Com 12 anos de experiência no ensino superior, atua desde 2018 como avaliador do INEP/MEC — a exemplo de Claudio — e recentemente foi nomeado Embaixador da Revista Ensino Superior, um dos mais respeitados veículos do setor.


Esteca lembra, ainda, que a instituição recebeu nota máxima no MEC e ocupa o 1° lugar do ranking nacional do Reclame Aqui de Melhores Faculdades e Universidades. “Hoje a instituição é um dos maiores players de educação a distância no Brasil, mas seu lema é promover uma educação a distância que não seja distante do aluno”, acrescenta. 

Claudio Romualdo e Antonio Esteca, orgulhosos com o marco de um novo ciclo do grupo educacional

 

ESTRUTURA


Para o CEO, o crescimento da Faculdade Metropolitana em um tempo relativamente curto é justificado pela crença de seus gestores – que acaba contaminando todos os colaboradores – na força da educação superior como agente de transformação e desenvolvimento regional. “Ao longo de seus 11 anos, consolidou-se como a maior e mais próspera instituição de ensino superior da região, com presença nacional e compromisso com a inovação, a ciência e a tecnologia. Sua trajetória é marcada por inclusão, excelência acadêmica e impacto social”, declara Esteca. 


A nova sede é inaugurada na esteira dessa consolidação, com estrutura física, tecnológica e pedagógica para atender aos alunos presenciais de Ribeirão Preto, os que estudam na modalidade EAD da região – no caso da graduação – e em todo o Brasil. Ainda amplia a capacidade para cursos presenciais na cidade. “A direção da Instituição encontra-se em processo de definição dos novos cursos que serão ofertados”, informa o CEO.


Com uma área construída de 6 mil m², a nova sede abriga 20 salas de aula; três laboratórios – Multidisciplinar, de Estética e de Informática –; auditório com capacidade para 200 pessoas; área administrativa para 350 colaboradores, entre professores e equipe administrativa; e seis estúdios para gravação de aulas, sendo um deles estúdio-cozinha para uso de unidades da área de gastronomia. Está equipada com infraestrutura completa para aulas, atividades acadêmicas e suporte administrativo, capaz de acomodar até 3 mil estudantes simultaneamente, considerando os períodos diurno e noturno. “É um verdadeiro ícone educacional de nossa cidade, projetando seu nome para além das fronteiras locais”, entusiasma-se Esteca.


Segundo ele, a parte administrativa da nova sede começou a funcionar antes da inauguração oficial, mas as aulas presenciais do curso de Administração serão iniciadas no local no próximo dia 20 de outubro. 

 

GESTOR INQUIETO


Além de investir – sempre e muito – em seu legado educacional, outra atividade que Claudio nunca interrompe são os estudos, formais ou não. Graduado em Filosofia pela PUC [Pontifícia Universidade Católica] do Paraná, em 1988, e em Pedagogia pelo Centro Universitário Claretiano, em 1993, tem mestrado em Educação pelo College of Letters and Science (CLS-AWU, EUA), concluído em 2001, e em Desenvolvimento Regional e Políticas Públicas pela UNIfacef, de Franca (2013). Ainda concluiu doutorado em Ciências pela USP, em 2020, e pós-doutorado em Psicologia pela PUC Campinas, em 2024.


Além disso, soma mais de 30 anos de experiência em docência e gestão educacional. Foi professor de Ensino Médio e universitário em instituições públicas e particulares na região de Ribeirão Preto, e em 2006 concretizou o primeiro projeto como gestor, criando em Pirassununga, junto a parceiros italianos com experiência em EAD (ensino à distância), sua primeira IES – hoje Fatece (Faculdade de Tecnologia, Ciência e Educação), que não tem mais parceria estrangeira. De lá para cá criou um grupo educacional, que atualmente inclui a Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo e a Escola Metropolitana, em Ribeirão Preto, a Faculdade Metropolitana de Franca e o Colégio Copérnico, em Franca.


Atualmente, Claudio compartilha a direção do grupo educacional com colaboradores leais, como Esteca, para conseguir explorar novas áreas de atuação, como o agronegócio (investiu recentemente em propriedade produtora de café) e a gestão pública – desde o início deste ano preside a Fundação Instituto do Livro de Ribeirão Preto e já se prepara para uma nova missão. Gestor inquieto, consegue equilibrar as novas incursões sem desviar o foco do que construiu até aqui. “A inauguração da nova sede da Faculdade Metropolitana na Francisco Junqueira me emocionou profundamente. Representa a coroação de um ciclo de dedicação ao ensino superior e à educação a distância, consolidando um sonho que se tornou realidade. Ao mesmo tempo, marca o início de uma nova missão em minha vida: assumir a Secretaria de Cidadania, Pessoa com Deficiência e Inclusão Social. Levo comigo a convicção de que a educação e a cidadania caminham juntas, e esse é o compromisso que renovo neste novo ciclo”, conclui. 

 

COMO TUDO COMEÇOU

 

Claudio Romualdo nasceu em 1968, em Centenário do Sul, cidadezinha paranaense de 8 mil habitantes. Caçula de pais agricultores muito católicos, cresceu sendo preparado para tornar-se padre. Após cursar o Ensino Fundamental I em sua cidade, foi encaminhado ao seminário da Congregação dos Xaverianos, em Jaguapitã (PR), para concluir o ginásio (Fundamental II). O Colegial (Ensino Médio hoje) cursou em seminário de Londrina, para onde a família se mudou. Ali, os primeiros questionamentos da adolescência o levaram a conhecer a Teologia da Libertação, os escritos de Enrique Dussel e a envolver-se com Comunidades Eclesiais de Base (grupos de católicos organizados com participação social e política).  


Aos 17 anos, ingressou na faculdade de Filosofia da PUC, onde consolidou a militância e também as angústias interiores, que opunha seus estudos de Filosofia Clássica e a realidade concreta de um país oprimido pela Ditadura Militar. Ao concluí-la, com 20 anos, viu os amigos do seminário seguirem para seus noviciados, enquanto ele mesmo era mandado de volta para casa, com o conselho de “repensar sua vocação”. Apenas três meses após voltar da faculdade, porém, foi surpreendido por “convite” – induzido por seus pais – para lecionar na congregação religiosa dos Claretianos, em Batatais (SP). Passou a viver na comunidade dos padres que dirigiam a Faculdade Claretiana, entre eles padre Argemiro de Azevedo, que considera um verdadeiro “pai espiritual”. 


Após seis anos como seminarista ali, Claudio entendeu que seu chamado não era para o sacerdócio, mas para a docência. Descobriu-se um professor “dos bons!” e que a troca constante de conhecimento da vida acadêmica o fascinava. Para atendê-lo, desligou-se definitivamente da Igreja em 1995, precipitando outra ruptura dolorosa: com a família. Começou a dar aulas em escolas públicas, como a estadual Guimarães Júnior e o particular Colégio Auxiliadora, e logo vieram também convites para lecionar Filosofia na Faculdade Moura Lacerda – já em Ribeirão Preto. Na última, encontrou seu “segundo anjo” na vida: a professora Cléria Martins, que o conduziu para o campo da gestão universitária. 


Durante os 12 anos de crescimento na instituição, Claudio conheceu o conceito de educação a distância (EaD) e passou a atuar como Avaliador de Instituições e Cursos pelo MEC (Ministério da Educação) – trabalho que desempenha até hoje. Em um dos inúmeros congressos internacionais dos quais participou, conheceu um grupo de professores proprietários da DidaGroup, empresa italiana especializada em EaD corporativa, com sede em Roma. Foi com eles que veio a iniciar seu grande legado educacional, que acaba de inaugurar novo ciclo e que não vai parar por aí.

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