Uma história coletiva
Copema chega aos 40 anos como protagonista de uma cidade e de milhares de destinos que se cruzam entre as dezenas de empreendimentos erguidos pela construtora
Quarenta anos podem caber em números, em tijolos empilhados, em metros quadrados erguidos. No caso da Copema, o tempo pode ser medido também pelas vidas que atravessaram seus corredores, pelas famílias que receberam as chaves do primeiro apartamento próprio, pelo orgulho de quem ajudou a levantar as paredes, pela confiança de quem negociou materiais, pelo cuidado de quem acompanha cada detalhe no canteiro de obras. A construtora nascida em Ribeirão Preto, em 1985, construiu empreendimentos e coleciona histórias. Hoje, enquanto apresenta à cidade seu mais ousado projeto, o World Trade Center Ribeirão Preto, a Copema celebra quatro décadas de presença ininterrupta na vida urbana da cidade.
Entre plantas baixas, maquetes e cálculos estruturais, o arquiteto Sérgio Coelho nunca deixou de lado um hábito quase pessoal: investir em imóveis da Copema. Cliente desde os primeiros anos da empresa, costuma dizer que sua relação vai além da compra. É também uma questão de confiança na visão de futuro da incorporadora. “A Copema sempre tem um ótimo produto, tanto pela qualidade da construção como por projeto e localização. Sempre apresentam produtos de excelente qualidade, com valorização garantida”, afirma.
Para um arquiteto, o olhar técnico pesa. Sérgio conhece os bastidores da criação de projetos e sabe reconhecer quando uma obra nasce para resistir ao tempo. Por isso, cita a empresa como exemplo quando alguém pede recomendação de investimento. Ele comenta ainda que o envolvimento com os empreendimentos foi além da compra de unidades. Em algumas ocasiões, atuou como consultor informal para amigos que tinham dúvidas sobre onde investir. “Sempre que alguém me procurava, eu mostrava os projetos que eu mesmo havia adquirido. Era como recomendar um restaurante onde você já é cliente fiel: a experiência fala por si.”
Cícero Torquato Junqueira Franco lembra do dia em que decidiu comprar seu primeiro apartamento, em meados dos anos 1990. O bairro Santa Cruz estava em crescimento, e a Copema era um nome recorrente nas conversas sobre imóveis seguros e valorizados. “No primeiro que eu comprei, a experiência foi boa, sem problema. Lembro que foi uma negociação tranquila, que me deixou muito feliz. Nunca tive nenhuma preocupação em relação a segurança ou transparência. O combinado sempre foi cumprido”, recorda.
O que começou como uma escolha para moradia virou estratégia de investimento. Décadas depois, Cícero soma várias unidades adquiridas. “Você compra e sempre tem uma rentabilidade, uma valorização do imóvel. Isso fideliza o cliente. É impossível comprar um imóvel hoje por menos do que três meses atrás. Essa valorização constante nos prende à marca”, explica.
Para o aposentado Luiz Carlos Pires, a relação com a Copema é quase familiar. Ele conheceu os engenheiros e irmãos José Renato e Newton Magdalena há cerca de 30 anos e, desde então, nunca se afastou. “Moramos há cerca de 20 anos em um apartamento da Copema e jamais tivemos qualquer queixa. Nossa filha também tem domicílio em um apartamento construído pela incorporadora. É uma empresa de alta credibilidade”, afirma.
Luiz Carlos costuma acompanhar de perto o mercado imobiliário de Ribeirão Preto e sabe da diversidade de construtoras. Ainda assim, faz questão de destacar. “Sem demérito às demais empresas, temos uma ‘hors concours’.” Indagado sobre o World Trade Center Ribeirão Preto, o aposentado crava, entusiasmado, que “o novo empreendimento vai atender a um público selecionado, seja para moradia, trabalho ou lazer, com certeza de rápida valorização”.
O RITUAL DAS CHAVES
Foi em 1996 que o engenheiro agrônomo Herberte Silva e a professora Maria das Graças Silva chegaram a Ribeirão Preto e decidiram apostar no condomínio MontParnasse, no Jardim São Luiz. “Gostamos e acreditamos. Foi o primeiro de muitos empreendimentos que adquirimos”, conta Maria das Graças. A lembrança mais forte do casal, no entanto, não é da obra finalizada, mas do dia da entrega das chaves do Edifício Le Monde, em plena pandemia. “Em meio às inseguranças que vivíamos, foi reconfortante receber o imóvel no prazo previsto e sem nenhum problema”, relatam.
O pós-venda da Copema, dizem eles, faz diferença. “Recomendamos a qualquer pessoa. É uma empresa ética, que oferece qualidade no acabamento e pontualidade na entrega.” Maria das Graças conta que, ao longo dos anos, viu vizinhos se tornarem amigos próximos, numa espécie de comunidade formada dentro dos condomínios. “Nossos filhos cresceram juntos e até hoje mantêm vínculos. Acho que os empreendimentos não criam apenas prédios, mas laços de convivência que ficam para sempre.”
SEGURANÇA
Wesley Maia chegou à Copema em 2008, para trabalhar no almoxarifado. Um ano depois, a vida mudou e ele foi convidado a integrar a área de Segurança do Trabalho, onde permanece até hoje. “Desde então, vivi muitos desafios, conquistas e aprendizados. Tenho muita gratidão! A Copema sempre deixou claro que, antes de qualquer serviço, a segurança do trabalhador vem em primeiro lugar”, diz.
Wesley participa de treinamentos, orientações e campanhas para conscientizar sobre o uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI). “Amo o que faço e sou muito grato por tudo que a Copema fez e continua fazendo por mim.”
Além das rotinas técnicas, Wesley lembra de episódios marcantes. Um deles foi durante a construção de um grande empreendimento na zona Sul, quando uma tempestade exigiu evacuação imediata do canteiro de obras. “A gente tinha protocolos muito bem definidos e em menos de cinco minutos todos estavam em segurança. Foi uma prova de que o que a gente treina funciona de verdade”, recorda. Para ele, ver os colegas chegarem em casa bem é a maior recompensa.
No setor de revestimentos, a arquiteta e representante comercial Ludmila Santos Spagnul viu sua trajetória se entrelaçar com a da Copema. Representando a Portobello desde 2006, ela participou de quase todos os empreendimentos da empresa. “O rigor com a qualidade é um cuidado muito importante com o cliente que vai morar em um empreendimento da construtora. A confiança que a empresa gera torna a marca muito forte na cidade. Como representante, também precisei me aprimorar. Um cliente exigente me leva a buscar sempre o melhor”, explica.
Entre tantos projetos, um tem significado especial: o Edifício Triomphe, onde Ludmila vive com a família. “É o meu lar”, resume. Ela também coleciona memórias de bastidores. Conta que muitas vezes percorreu a fábrica de revestimentos em busca de soluções exclusivas para os projetos da Copema. “A gente desenvolveu linhas específicas para atender a determinadas demandas. É um desafio constante, mas gratificante, porque sei que estou colaborando com algo que vai marcar a cidade.”
Essa relação próxima também abriu portas profissionais inesperadas. Ludmila já foi convidada, por clientes que conheceram seu trabalho dentro de empreendimentos, a desenhar projetos particulares de interiores. “É um efeito em cadeia. O nível de exigência elevado me fez aprimorar o olhar e esse aprendizado me acompanha em qualquer projeto.”
CAMINHOS CRUZADOS
Quando o empreiteiro Moacir Barroso Dutra fala da Copema, há um tom de cumplicidade. Sua parceria começou nos anos 1990, ainda na primeira torre da empresa. “Projetos arrojados e modernos foram moldando o jeito de trabalhar na obra, exigindo materiais e tecnologias novas, fazendo a gente se reinventar e manter-se atualizado o tempo todo”, afirma.
Para Moacir, o diferencial também está no padrão. “Há uma premissa de alto padrão e extrema qualidade, e isso impacta diretamente no produto final. A valorização dos imóveis se mantém até hoje.” A parceria já dura mais de 30 anos. “É um exemplo de valorização da mão de obra. O futuro é otimista e promissor, e o WTC será um marco para Ribeirão e região.”
Na memória de Moacir, o mais difícil nunca foi a execução em si, mas a capacidade de manter uma equipe motivada ao longo de décadas. Muitos dos pedreiros, mestres de obra e serventes que começaram com ele seguiram lado a lado nos projetos. “A gente formou uma espécie de família dentro da obra. Já vi filhos de colegas que começaram como ajudantes se tornarem engenheiros e voltarem para trabalhar nos prédios da empresa. Isso mostra o quanto essa história é coletiva mesmo.”
Ele lembra, emocionado, do dia em que levou o filho adolescente para conhecer uma das torres recém-finalizadas. “Mostrei para ele cada detalhe e disse: isso aqui, de alguma forma, tem o meu suor. É gratificante demais saber que participei de algo que vai ficar de pé por muitas décadas.”
Hoje, com mais de 30 anos de parceria, Moacir sonha em ver os netos vivendo ou trabalhando em empreendimentos que ajudou a erguer.
UMA CIDADE MOLDADA EM 40 ANOS
Fundada em 1985 por José Renato Magdalena, a Copema investiu em um novo perfil de consumidores em ascensão e lançou o Edifício Marisa. O sucesso do projeto foi o início de uma estratégia clara de pensar na cidade como um todo. Depois disso, vieram o Office Center (1997), um dos primeiros edifícios corporativos da cidade; o Place des Vosges (2002), que consolidou novos eixos urbanos; o Normandie (2009), símbolo de modernidade; os sofisticados Les Alpes Bellegarde (2014) e Bellevue (2016); o Le Monde (2021); e o Quartier lançado em 2024 com um sucesso de vendas.
O projeto urbanístico mais emblemático foi o Saint Gérard, bairro que abriga condmínios verticais e horizontais residenciais e uma unidade do Colégio Marista. Em quatro décadas, foram mais de 65 empreendimentos entregues, quatro mil unidades construídas e 850 mil metros quadrados realizados.
“A ideia é oferecer diferentes experiências para diferentes clientes”, explica a gerente de vendas, Miriam Rombola.
WTC RIBEIRÃO PRETO
Em 2025, a Copema apresenta seu maior marco: o World Trade Center Ribeirão Preto. Conectado ao RibeirãoShopping, o complexo multiuso traduz o conceito Work Life Play, integrando trabalho, moradia, lazer e serviços em um único endereço.
As duas torres residenciais — Living, com apartamentos de 86 e 100m2 pensados para o bem-estar e o cotidiano, e Stay com metragens de 39 e 60 m2 , que já se consagrou como referência em praticidade e estilo — convivem lado a lado com as torres corporativas, criando um ecossistema completo.
É o primeiro branded residence da cidade, licenciado pela World Trade Centers Association, presente em mais de 90 países. “O WTC é resultado de 40 anos de aprendizado. Representa nossa visão para o futuro sem abrir mão dos valores que nos trouxeram até aqui”, diz o diretor Augusto Collaço. “Nunca nos interessou ser os maiores, e sim os mais relevantes”, afirma o fundador José Renato Magdalena. Essa constância moldou a cultura da empresa e a transformou em sinônimo de credibilidade em Ribeirão Preto.
O WTC Ribeirão Preto também abre espaço para novas conexões internacionais. O empreendimento integra oficialmente a rede global de World Trade Centers, possibilitando que empresas locais tenham acesso a oportunidades de negócios em mais de 320 cidades do mundo. Além das torres residenciais e corporativas, o complexo terá salas de reuniões e coworkings, reforçando a vocação de Ribeirão Preto como polo econômico e cultural do interior.
Outro diferencial do complexo será a presença de serviços integrados que unem mobilidade, tecnologia e sustentabilidade. Um boulevard arborizado conecta as torres ao shopping. A ideia é oferecer não apenas um endereço, mas um novo jeito de experimentar a vida urbana, com conforto e praticidade.
Com equipe qualificada e reputação consolidada, a Copema inicia seu quinto ciclo olhando adiante. “Estamos apenas começando um novo ciclo. Se até aqui construímos bairros, agora queremos ajudar a construir novas formas de viver e conviver”, completa o fundador.