A cor das artes

A cor das artes

Confira a entrevista exclusiva com a artista plástica ribeirãopretana Maysa Pettes

A ribeirãopretana Maysa Pettes trabalha com artes plásticas há mais de trinta anos, desenvolvendo atividades profissionais diferentes, mas sempre agregando cursos e vivências no exterior, ampliando seu universo poético e produzindo arte em paralelo às outras atividades.

Confira a entrevista exclusiva da artista plástica para o portal da Revide.

- Como você descobriu o talento para as artes plásticas?
No meu ver não chega a ser uma descoberta, e sim um talento trabalhado arduamente, que evolui com as experiências vividas e se aprimora dia a dia, com muita inspiração e muito suor.

- Como você vê a sua arte?
Vejo-me em plena maturidade pessoal e construtiva, são ações e reações que refletem na estética do meu trabalho, e harmoniza com minha forma de sentir e ver o mundo.

- E quais são suas influências nesse trabalho?
Tenho muita admiração pelo artista plástico contemporâneo Vick Muniz, ele tem uma forma diferente de trabalhar, usando o que a tecnologia tem de melhor em favor da expressão artística.

- Quais as maiores dificuldades de um artista plástico?
Bom, eu gosto de produzir coisas surpreendentes sempre, grandes painéis com figuras humanas interagindo com seu meio e abstrações impactadas pelas cores, a partir disso, tenho que “viver de arte” ou abraçar a arte como profissão, pode ser muito restritiva no que diz respeito a ganhos materiais para a sobrevivência do artista no Brasil, acho que essa é a maior dificuldade.

- Na sua opinião, o que seria prioritário fazer para uma melhor divulgação das exposições e trabalhos culturais em Ribeirão Preto?
Mostrar a todos o quanto é interessante frequentar uma galeria de arte ou qualquer espaço que nos mostre formas de expressão, todos  independente da classe cultural e socioeconômica, são muito bem vindos. Esses espaços não devem ser frequentados apenas por uma pequena parcela da população. Todos têm direito a esse antídoto revigorante que estimula os espectadores a sonhar.

Texto: Pâmela Silva
Fotos: Arquivo Revide

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