Adubação Natural
Guandu BRS Mandarim é alternativa para recuperação da pastagem degradada, seja para alimentação animal na época seca, seja para adubo verde
Com alto teor proteico, a forrageira guandu BRS Mandarim funciona como fonte de proteína para os animais durante a seca. Com 30 dias da implantação, a pastagem degradada começa a mostrar sinais de recuperação graças à disponibilidade de nitrogênio proporcionada pelo guandu. Isso porque a leguminosa fixa o gás em nódulos formados na raiz da planta. Dessa forma, em sistemas de consórcio com a braquiária, o produtor recupera o pasto sem precisar de adubo nitrogenado. No final do inverno, o guandu que não foi consumido pelo gado deve ser roçado. O material remanescente fica sobre a superfície da pastagem e passa a funcionar como adubo natural, melhorando a fertilidade do solo. As plantas roçadas rebrotam e iniciam um novo ciclo.
Para o pesquisador da Embrapa Pecuária Sudeste, Rodolfo Godoy, esta é uma maneira eficiente e prática de recuperar a pastagem com baixo custo. Como opção para recuperação de pastagem degradada, alimentação animal ou adubo verde, o guandu disponibiliza mais de 200 quilos de nitrogênio (N) por hectare. “Suas propriedades permanecem na área por volta de três anos. Só após esse período é necessário novo plantio. Menos trabalho e mais economia para o pecuarista”, estima Rodolfo