Blitz pega 12 motoristas

Blitz pega 12 motoristas

Operação faz parte do programa Direção Segura, lançado pelo governador Geraldo Alckmin

Realizada no último domingo (12/06), em Ribeirão Preto, a megaoperação envolveu as secretarias estaduais de Planejamento e Desenvolvimento Regional, Polícias Militar, Civil e Técnico-Científica, com apoio das Secretarias de Educação, Direitos da Pessoa com Deficiência, Fazenda, Logística e Transportes, Saúde e Transportes Metropolitanos e realizou testes de detecção de álcool e de outras drogas em mais de 400 motoristas. No total, 12 motoristas apresentaram índice de até 0,33 miligramas no etilômetro e seis motoristas apresentaram índice acima de 0,34 miligrama durante a operação, que faz parte do programa Direção Segura, lançado pelo governador Geraldo Alckmin e integra sensibilização e fiscalização dos condutores. Para os motoristas que apresentaram até 0,33 miligramas no etilômetro a infração administrativa acarreta multa de R$ 1.915,40 e suspensão do direito de dirigir por 12 meses (sete pontos na CNH – infração gravíssima).

A penalidade aos motoristas que apresentaram índice acima de 0,34 miligrama é de processo por crime de trânsito, que pode levar à pena de seis meses a três anos de prisão. Caso o condutor cometa novamente a infração no período de 12 meses, a multa será dobrada. Motoristas que estavam nesta condição foram levados algemados para a Delegacia.
 
A lei nº 12.760, conhecida por “tolerância zero”, foi sancionada em 20 de dezembro de 2012  e instituída pela resolução 432 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), no dia 23 de janeiro de 2013. Antes, se o etilômetro registrasse até 0,10 miligrama de álcool por litro de ar expelido, o motorista era liberado. Com a nova lei, a presença de 0,05 miligrama de álcool por litro de ar expelido já configura infração. O novo limite equivale a menos de um copo de cerveja. Ou seja, qualquer quantidade de álcool já é suficiente para gerar a infração, o que significa “tolerância zero”.

Com a nova lei, podem ser utilizados, além do etilômetro, exames de sangue (e outros exames laboratoriais), testemunhos de terceiros, fotos e vídeos para comprovar a embriaguez do motorista. Um médico legista acompanhou a operação para atestar o estado de embriaguez dos motoristas que se recusaram a fazer o teste do bafômetro.  

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Fotos: Ibraim Leão

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