Caixa de velocidades
O câmbio manual, presente na maioria dos veículos em circulação no país, depende totalmente da vontade do motorista
Não importa o quanto a tecnologia automotiva se modernize para mudar a opinião de alguns motoristas, que simplesmente não abrem mão da sensação de efetuar manualmente a troca das marchas enquanto dirigem. Já outros não veem a hora de abandonar o pedal da embreagem e usufruírem de todo o conforto que um câmbio automático pode oferecer. Para cada perfil de motorista, existe um mecanismo para a troca das marchas.
A oferta de veículos com transmissão automática no Brasil cresce a cada dia. Com tantas opções, na hora de comprar um carro é impossível não lidar com a dúvida: manual, automatizado ou automático? Com características diferentes, eles agradam a vários perfis de motoristas. O câmbio manual, presente na maioria dos veículos em circulação no país, depende totalmente do comando do motorista. Para muitos, a grande vantagem desse formato é decidir o momento ideal para a troca das marchas, de acordo com a situação de dirigibilidade. Já o câmbio automatizado, nem automáticos nem manuais, trabalham de uma forma ou de outra, de acordo com a vontade do motorista.
A Itacuã Volkswagen, de Ribeirão Preto, oferece modelos com variedade no sistema de câmbio, podendo ser mecânicos com cinco marchas ou com seis marchas, automatizados (I-Motion) e automáticos com seis ou oito marchas e tecnologia DSG (dupla embreagem). “O câmbio automatizado I-Motion da Volkswagen é perfeito para enfrentar o trânsito da cidade de um jeito bem mais confortável, pois o motorista não precisa trocar de marcha toda hora. Quando precisa de mais desempenho, é só acionar a função Sport. Essa opção foi eleita a melhor entre os concorrentes pela revista automotiva Quatro Rodas, por ter o mais completo conjunto e também a performance mais adequada, tanto nas trocas suaves de marchas quanto no desempenho e no consumo de combustível do carro”, explica Newton Ceschin Junior, supervisor de vendas da concessionária.
Segundo o especialista, o consumidor que experimenta o câmbio automático pela primeira vez dificilmente retorna para o manual, devido ao conforto que este tipo de transmissão proporciona. Nessa versão, é só selecionar a posição “Drive”, ou D, acelerar e frear com o pé direito. O câmbio automático pode ser empregado em automóveis e motocicletas para trocar as marchas através do sistema de transmissão do automóvel, sem a participação do motorista. O sistema detecta a relação entre a velocidade (km/h) e a rotação do motor (rpm) para decidir pela mudança automática da marcha. Desta forma, o sistema se propõe a manter a rotação do motor quase constante e o câmbio faz todas as mudanças necessárias automaticamente.
Em seus modelos, a Suzuki apresenta transmissão manual de cinco marchas e automática de quatro marchas, gerenciada eletronicamente, com “shift gate” e “lock up”. Além disso, o Grand Vitara também possui a tecla “power”, que agrupa a função Sport e antipatinação. Segundo Luiz Rosenfeld, presidente da Suzuki Veículos do Brasil, para muitos motoristas que querem facilitar a vida no trânsito caótico das grandes cidades, a transmissão automática é a melhor opção, pois opera as mudanças de marcha sem a interferência direta do motorista. A marca utiliza amplamente o conceito do Monozukuri, que significa o processo contínuo de criação de produtos de qualidade que exprimem novos valores e serviços que excedam as expectativas dos clientes, empregando tecnologia e conhecimentos adquiridos e sedimentados ao longo dos anos.
Texto: Mariana Secaf
Fotos: Carolina Alves