Colmeias preservadas
Aplicação correta de defensivos contribui para sanidade das abelhas

Colmeias preservadas

Plano de Ação Nacional discute as boas práticas de aplicação dos defensivos agrícolas para uma relação mais produtiva entre apicultura e agricultura

Iniciativa que conta com a participação da Unesp e da UFSCar, o projeto Colmeia Viva – Mapeamento de Abelhas Participativo realiza o levantamento de dados sobre a mortalidade de abelhas. O trabalho, que mapeia os fatores que contribuem para a perda de colmeias e de abelhas no Estado de São Paulo, também deu origem ao Plano de Ação Nacional voltado às boas práticas na aplicação de defensivos agrícolas para uma relação mais produtiva entre apicultura e agricultura.


O tema é debatido nos “diálogos”, realizados pelo Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para Defesa Vegetal (Sindiveg). Em Ribeirão Preto, o evento aconteceu no início de setembro, reunindo representantes da cadeia produtiva do mel e da agricultura. Para a vice-presidente executiva da entidade, Silvia de Toledo Fagnani, essa interação tem sido cada ano maior e essencial para o desenvolvimento de uma agropecuária em harmonia com o meio ambiente.


Fausto Antonio Kujavo, diretor do Escritório de Defesa Agropecuária (EDA), em Ribeirão Preto, explica que o órgão garante que a aplicação de agroquímicos seja feita de forma responsável, sem danos ambientais e à sanidade das abelhas. Para participar, agricultores, apicultores e associações podem ligar para 0800 771 8000 e relatar perdas de abelhas e de colmeias, entre outros incidentes. 

Fotos: Ibraim Leão e divulgação

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