Comércio em alta

Comércio em alta

O segmento de eletrodomésticos foi o mais aquecido devido à redução da alíquota do IPI

As vendas do comércio de Ribeirão Preto tiveram alta de 4,96% em dezembro de 2011, na comparação com o mesmo período do ano passado quando foi registrado o excepcional aumento de 9,02% nas vendas (na relação com dezembro de 2009). A movimentação de Natal também superou a de 2010. Os resultados fazem parte da mais recente pesquisa Movimento do Comércio realizada mensalmente pelo Sincovarp (Sindicato do Comércio Varejista de Ribeirão Preto).
 
Entre as empresas entrevistadas 63,8% consideraram as vendas de dezembro de 2011 melhores que as de dezembro de 2010, enquanto 21,3% consideraram o contrário e 14,9% declararam que as vendas nos dois períodos se equivaleram.
 
No levantamento por setores, todos apresentaram resultados positivos no mês que passou. O maior crescimento, conforme a projeção inicial, foi apresentado pelo segmento de Eletrodomésticos (+11,75%), seguido por Calçados (+7,75%), Tecidos/Enxoval (+6,25%), Móveis (+5,80%), Presentes (+5,26%), Cine/Foto (+5,13%), Livraria/Papelaria (+3,25%), Ótica (+2,17%) e Vestuário (+1,25%).
 
Emprego – Em dezembro de 2011 houve um aumento de 0,32% no número de funcionários atuando no comércio de Ribeirão Preto. Entre as empresas entrevistadas, 97,9% declararam que mantiveram os quadros funcionais inalterados, enquanto 2,1% disseram ter contratado no mês que passou e nenhuma disse ter demitido. Entre os setores, o único que alterou o número de funcionários foi o de Livraria/Papelaria, que aumentou em 2,88% seu quadro de funcionários, na preparação  para as vendas do início de ano.
 
Pagamentos - Com relação à modalidade de pagamentos mais utilizada no comércio de Ribeirão Preto, as empresas entrevistadas declararam que 48,82% das vendas foram pagas com cartões de crédito, enquanto 37,58% foram pagas à vista e 13,60% com cheques pré-datados ou carnês.
 
Segundo Marcelo Bosi Rodrigues, economista do Sincovarp responsável pela pesquisa Movimento do Comércio, apesar de uma perspectiva pouco animadora no início de 2011, a reação veio à partir do meio do ano quando o mercado passou a ficar mais aquecido e terminou com umresultado excepcional.
 
“O bom momento da economia brasileira se reflete na nossa cidade, com a renda e o emprego em alta e o consumidor absolutamente decidido a gastar. Foi um final de ano abundante, mas essa mesma renda que levou os consumidores às lojas em dezembro permite que mais pessoas viajem no início do ano, o que pode esfriar as vendas nesse começo de 2012”, ressalva o economista.


Fonte: Núcleo da Notícia Comunicação Corporativa

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