Condimento picante
As pimentas já foram utilizados como oferendas aos deuses e até mesmo como moeda de troca
Verde, vermelha, amarela, rosa ou preta, nos mais variados formatos, as pimentas conquistaram um lugar de destaque na gastronomia mundial. Em algumas regiões mais, outras menos, esses condimentos de sabor picante e de origem tropical já foram utilizados como oferendas aos deuses e até mesmo como moeda de troca. Ardidas ou levemente adocicadas, as pimentas fazem bem à saúde: são ricas em vitaminas A, B1, B2, C, E e PP. Estudos indicam que a capsaicina, um dos componentes das pimentas, ajuda a proteger o estômago da gastrite e das úlceras, além de neutralizar a produção de uma substância causadora de dor. Tradicionalmente, a culinária mexicana é recheada de receitas picantes. No Rumba Bar, o cardápio oferece algumas sugestões que podem ser salpicadas com geleias e molhos como o Pico de Galo, à base de pimentas calabresa e dedo-de-moça. Essa e outras delícias foram desenvolvidas pela chef Lana Cristina de Souza.
As mais conhecidas
Biquinho: saborosa, pode ser utilizada como petisco ou em conservas, molhos, carne assada, entre outras receitas
Dedo-de-moça: pode ser encontrada líquida, fresca, em conserva ou desidratada para ser utilizada em vários pratos
Malagueta: é a mais comum na culinária brasileira e muito utilizada no preparo de peixes, carnes, na feijoada e no acarajé
Americana ou doce: de cor verde e fruto alongado, essa espécie tem baixo aroma e pungência doce
Cambuci ou chapéu de frade: bem adocicada, apresenta frutos verdes e vermelhos e pode ser utilizada em saladas e cozidos
Cumari: pequena, picante, essa espécie é ligeiramente amarga e de baixo aroma. A cumari é nativa da mata brasileira
Pimenta-de-cheiro: típica das culinárias baiana e nordestina, não pode faltar em pratos como o xinxim de galinha e os bobós
Tabasco: originária do Chile, esta pimenta é vermelha, bem pequenininha, muito saborosa e bastante picante