Cura alcançada
"Antes de ter o câncer de próstata, nunca tinha feito acompanhamento preventivo, não conhecia nem os exames ou a doença", diz Sebastião Pizzi
"Nunca imaginei que pudesse ter um câncer, mas decidi investigar depois de ser alertado por um amigo. Há 18 anos, depois do exame com o especialista, fiz um tratamento para que as alterações na próstata não avançassem. Depois de 90 dias, refiz os exames, que continuaram alterados. Foi preciso tomar o remédio por mais 60 dias, mas não tive como escapar da cirurgia. Desde então, não parei de fazer os exames preventivos. No início, a checagem era mensal, depois, semestral e, agora, anual. Há dois anos, os resultados do PSA voltaram a apresentar alterações e fiz uma nova biópsia. Fui submetido à radioterapia por 40 dias. Depois disso, refiz os exames e o médico afirmou que eu estava curado. Após seis meses, de fato, confirmamos que o problema tinha desaparecido. Antes de ter o câncer de próstata, nunca tinha feito acompanhamento preventivo, não conhecia nem os exames ou a doença. Hoje sei que os homens precisam procurar o médico regularmente porque, quando menos se espera, o câncer pode aparecer. Aconselho quem já passou dos 45 anos a fazer o exame de toque. Agradeço a Deus por toda a força com que enfrentei a doença e aos médicos, pelo suporte. Graças a essa combinação fui curado e, hoje, reconheço ainda mais a importância da nossa vida. Agradeço, também, a minha esposa à época, que me incentivou a fazer o tratamento. A ajuda dela foi fundamental para eu me curar.”
Sebastião Pizzi, 85 anos, mecânico aposentado
Foto: Lidia Muradás