De olho no futuro
Gerson Engrácia Garcia, Anderson Romanello, Murilo Pinheiro e Isabel de Farias, em reunião que definiu os rumos de uma pesquisa

De olho no futuro

Em novo projeto, Revide irá, junto de parceiros, elaborar pesquisa para revelar o nível de confiança do empresariado local

Recuperar a confiança na economia brasileira é um dos principais obstáculos para retomada do crescimento do país frente à crise financeira. Pensando nessa problemática, a Revide, em parceria com o curso de Economia do Centro Universitário Moura Lacerda e a Engrácia Garcia Pesquisa de Mercado e Opinião, decidiu propor uma pesquisa com o empresariado local, a fim de saber qual o nível de confiança que eles possuem na economia. O intuito da revista é divulgar o resultado da pesquisa antes da aprovação das reformas da Previdência Social e evidenciar a repercussão em Ribeirão Preto e região.
Foto: Pedro Henrique Misawa
A primeira discussão contou com a presença da diretora comercial da Revide, Isabel Farias, o diretor, Murilo Pinheiro, Gerson Engrácia Garcia, proprietário do instituto, e o coordenador do curso de Economia do Moura Lacerda, Anderson Romanello. O bate-papo já foi para pensar em como a pesquisa será estruturada. Uma segunda reunião reúne professores do curso para definir a linha de pesquisa e, a partir disso, avaliar o sentimento do empresariado local. “Temos uma instituição de ensino que vai agregar muito à pesquisa, com informação técnica. Vamos criar um produto que presenteará os leitores da revista com informações que nunca tivemos. Está aí uma das grandes dificuldades nesse aspecto: conseguir dados locais”, ressalta Gerson.
Gérson Engrácia e Anderson discutem as perguntas que farão parte do questionário da pesquisa
Segundo Anderson, a parceria tende a ser produtiva, pois será elaborada por profissionais e instituições da cidade com vasta experiência e que conhecem bem o mercado local. “Quanto mais pesquisas e informações o empresariado e a população tiverem, melhor será a tomada de decisões”, afirma o professor. Ele acrescenta, ainda, que, nesse aspecto, os Estados Unidos saem na frente, pois apresentam estatísticas para os mais diversos segmentos — o esporte é um exemplo categórico. No Brasil, o coordenador destaca que houve avanços, mas eles ainda são escassos. “Esperamos que a recuperação aconteça. Em segundo lugar, ainda que isso ocorra, não será na velocidade que gostaríamos. No entanto, vemos que a aprovação da reforma da Previdência vai melhorar o otimismo, gerar novas contratações e, consequentemente, diminuir o nível de desemprego, melhorando os salários e o comércio”, finaliza o profissional. 

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