Favoritos do Happy Hour
Os botecos de Ribeirão Preto têm muito mais que cervejas e drinques. Confira algumas das porções que já se tornaram clássicos para os frequentadores
A cultura dos bares cresce e, com ela, as receitas “de boteco” ficam cada vez mais elaboradas. Com ingredientes simples ou inusitados, as boas e velhas porções estão entre os pratos favoritos dos ribeirãopretanos que escolhem comer bem fora de casa. Entre clássicos e receitas repaginadas, há vários sabores a descobrir.

No Bar do Val, o famoso espetinho tem versões de sabores variados, até mesmo para os vegetarianos. Frango, alcatra, picanha, queijo coalho e o pão de alho especial do bar estão entre os sabores. Há também opções de espetos mistos.

Um pouco mais recente na história da boemia ribeirãopretana, o Sem Fronteiras Bar foi inaugurado em 2018, mas também faz sucesso com seu cardápio. Desde a inauguração da casa, as Coxinhas de Joelho de Porco têm feito sucesso entre os frequentadores. A porção é levemente picante a, ainda, acompanha molho de pimenta.

Conhecido por reunir boa comida e bebida e por ser frequentado, no início, por Sócrates, o Empório Brasília tem uma das porções mais famosas da cidade: o torresmo. A receita do bar de Márcio Pallandri é o carro-chefe do boteco desde sua inauguração, há mais de 20 anos. Crocante por fora e suculento por dentro, o torresmo é o acompanhamento preferido de quem passa pelo Centro após o trabalho.

De frios a porções quentes, o Chopp Time tem, de segunda a quinta-feira, um happy hour especial. A partir de R$ 69,90 às segundas e terças e de R$ 79,90 às quartas e quintas, é possível saborear um menu especial de porções de boteco. Para acompanhar as porções, há ainda variados drinques e opções de chopes.
Origem do Happy Hour
Segundo historiadores, a expressão happy hour teria surgido na década de 20 do século XX, no contexto da Marinha dos Estados Unidos. A gíria seria usada para descrever um tempo de entretenimento a bordo de um navio, quando eram organizadas lutas para aliviar o stress e a monotonia. A expressão teria passado a ser utilizada de forma mais comum no país a partir de 1959.