Maurílio Biagi está interditado desde terça-feira, em função de infestação

Funcionários de parque reecebem orientação sobre carrapato

Maurílio Biagi está interditado desde terça-feira, em função de infestação

Cerca de 10 funcionários do Parque Maurílio Biagi participaram, na tarde desta quinta-feira, dia 10, de capacitação, realizada pela bióloga Roberta D’Angelo de Azevedo e pelo engenheiro agrônomo Rodrigo Rossato Pasqualini, do CCV (Centro de Controle de Vetores), da Secretaria da Saúde. Eles abordaram a biologia do carrapato, sintomas e prevenção da febre maculosa e foram instruídos quanto ao uso de EPIs (Equipamentos de Proteção Individual).

Esta é uma das ações previstas pelo Departamento de Vigilância em Saúde e Planejamento, da Secretaria da Saúde, para controlar a infestação de carrapato registrada no Parque Maurílio Biagi, interditado na última terça-feira, dia 8, por tempo indeterminado, pela Secretaria de Infraestrutura.

Segundo o relatório elaborado, a infestação é provocada pela presença de capivaras no córrego Laureano, que corta o local, que são as responsáveis pela proliferação dos carrapatos. Além da roçada e limpeza de toda a área do Parque Maurílio Biagi, serão realizadas obras para impedir que as capivaras entrem na área do entorno. “Só depois que essas ações forem realizadas, faremos um tratamento químico na região para acabar com o vetor da febre maculosa”, afirma a enfermeira Maria Luiza da Silveira Santa Maria, diretora do Departamento.

Febre Maculosa

Um dos problemas causados pelo carrapato é a transmissão da febre maculosa, que atinge as pessoas e em casos mais graves pode até levar à morte. A febre maculosa é causada pela picada do carrapato estrela.

A doença é séria e pode contaminar tanto seres humanos quanto animais. Este ano, a Divisão de Vigilância Epidemiológica não registrou nenhum caso de contaminação pela febre.

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Fotos: divulgação 

* Publicado em 10/07/2014

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