Ginástica facial
A idade ideal para começar a utilizar essa técnica é a partir dos 30 anos
Os bem vividos 88 anos de Alice Carneiro de Albuquerque mostram que a ginástica facial traz um efeito excelente para a pele, especialmente nas regiões do rosto e do pescoço. Adepta dessa prática há 26 anos, a aposentada exercita os músculos faciais duas vezes por semana e garante que a firmeza da sua pele é resultado desse hábito. “Muita gente me pergunta o que eu fiz para ter um rosto tão firme. Além de ter feito exercícios físicos durante toda a minha vida, também passei a me dedicar à ginástica facial assim que a descobri. O resultado aparece a médio e a longo prazo, mas sinto o meu rosto mais bonito”, declara Alice.
Contorno do rosto
Adepta da ginástica isométrica há 12 anos, Sônia Halak Brandani se entusiasmou logo que descobriu o método computadorizado. Em poucos meses, pôde perceber os resultados positivos no rosto. “Os músculos ficam no lugar e a face ganha um contorno mais natural”, explica a promotora de eventos, que realiza o exercício uma vez por semana. Para Sônia, a ginástica facial só funciona com pessoas persistentes, já que o resultado demora de três a quatro meses para ser notado.
A técnica
De acordo com Maria Eloísa Mansur, a ginástica facial pode ser considerada uma atividade física, mas que exercita apenas os músculos do rosto e do pescoço. “A prática diminui e combate a flacidez, dando elasticidade e tônus ao rosto, deixando-o com aspecto natural e firme”, complementa a profissional. A ginástica isométrica computadorizada complementa o exercício por meio de inserções musculares, que trazem um excelente resultado. A idade ideal para começar a utilizar essa técnica é a partir dos 30 anos, retardando os sinais do envelhecimento.
Expressão natural
Adriana Coselli Marcondes é adepta a ginástica isométrica, ou facial, há dez anos, mas desde os 13 anos segue a risca os conselhos da profissional e amiga Nelly Rosenthal. “Esperei ansiosamente pelo momento de iniciar este tratamento. Sempre acreditei nos efeitos da ginástica e da musculação para o corpo, então, por que não levar o mesmo conceito para os músculos do rosto?”, avalia a empresária, que afirma não ser adepta a tratamentos invasivos e da toxina botulínica, por achar que esse tratamento tira a expressão da face. “Acredito que devemos envelhecer com dignidade e naturalidade, usando sempre o raciocínio. Por isso, na minha opinião, a ginástica isométrica, aliada a aparelhos que estimulam a produção de colágeno, cremes adequados ao tipo de pele, hábitos e alimentação saudáveis são itens imprescindíveis à manutenção da jovialidade da pele”, complementa Adriana.