Guilherme Longo é ouvido em Barretos
Não é um depoimento formal, mas delegado e psicóloga viajaram de manhã para a cidade
Guilherme Longo, padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos, deve prestar um depoimento informal ao delegado Paulo Henrique Martins de Castro, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e responsável pela investigação da morte do garoto.
Principal suspeito da morte do enteado, Guilherme não vem a Ribeirão Preto prestar depoimento, como das outras vezes. O delegado, acompanhado da psicóloga Danielle Zeoti, foi pela manhã para Barretos para ouvir o acusado, na Delegacia Seccional da cidade.
Martins de Castro garante que não se trata de um depoimento formal, mas apenas de informações que possam ajudar na elucidação do crime. O delegado afirmou que só formalizará o depoimento se Guilherme confessar o crime.
Perto do fim do prazo de encerramento do inquérito, dia 10 de dezembro, o delegado cogita pedir a dilação de prazo para a conclusão, caso não receba a tempo os laudos toxicológicos feitos em Joaquim. Neste caso, ele deverá também pedir a prorrogação das prisões temporárias de Guilherme e Natália Ponte, mãe do garoto.
O promotor que acompanha as investigações, Marcus Túlio Nicolino, chegou a cogitar o pedido de uma nova reconstituição do crime, mas quer buscar novas informações antes disso. No caso de uma nova reconstituição, Guilherme teria que carregar um boneco, que simbolizaria o menino Joaquim.
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Fotos: Arquivo Revide