Líder mundial
Tracan responde por 12% de participação no mercado brasileiro

Focada para atender as necessidades do setor sucroalcooleiro, a Tracan de Ribeirão Preto lidera o mercado mundial nas vendas de colhedoras de cana Case IH e detém 12% da comercialização do equipamento no Brasil. Com percentual variável entre 1.100 e 1.400 colhedoras comercializadas por ano, mais de 200 delas são negociadas pela Tracan, que estima fechar 2013 com 14% das vendas nacionais.
Artur Monassi, diretor-presidente da Tracan, revela que o número é fruto de muito trabalho, localização estratégica e conhecimento profundo do segmento sucroenergético e da marca Case IH. Cenário expressivo que lhe rendeu uma homenagem especial durante o Global Sugar Meeting Case IH, realizado no dia 15, em Piracicaba.
Durante o jantar comemorativo, Gerry Salzman, diretor de marketing global da marca, entregou uma placa pelos seus 15 anos como concessionário Case IH e por ter feito da Tracan o representante que mais vende colhedoras de cana da marca no mundo. “Essa placa, assinada por mim e pelo Andreas Klauser, presidente mundial da Case IH, é uma homenagem de toda a equipe global pela história de sucesso do Artur em parceria com a Case IH”, reforçou Gerry.
Com sete lojas em São Paulo e Minas Gerais, a Tracan atua na região que produz 40% da cana do centro-sul brasileiro. A empresa, que começou em Ribeirão Preto, atingiu uma sinergia tão grande com o setor e com a marca que passou também a industrializar produtos que não fazem parte do portfólio da Case IH. São máquinas para plantio e colheita de cana da marca TMA.
Artur atribui este sucesso à parceria com os clientes, à qualidade do produto e à responsabilidade com que trata o pós-vendas. Para isso, conta com equipes treinadas, garantia de manutenção, caminhões-oficina, que evitam horas de máquinas paradas, estoque de peças de reposição e um trabalho próximo do cliente. “Acompanhamos de perto o desempenho de cada máquina vendida para analisar o rendimento da colhedora no campo, buscando o melhor custo-beneficio para o produtor”, explica o diretor-presidente.
Texto: Rose Rubini