Medicina de referência
Grupo São Lucas está em constante movimento para oferecer um atendimento cada vez mais completo e eficaz aos pacientes
O São Lucas Hospital tem a premissa de sempre fazer o melhor para atender os pacientes, direcionando suas atividades a dois pontos primordiais: equipe alinhada e comprometida, e investimento em tecnologia — forte aliada na jornada de aproximar pessoas e simplificar processos. A Instituição foi fundada por um grupo visionário de professores e de médicos da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto (FMRP-USP), em 1969. Desde aquela época, o hospital já mostrava pioneirismo, tanto em relação à tecnologia, quanto na estrutura, oferecendo 56 leitos com 26 apartamentos. Dispunha, ainda, de um corpo clínico de 50 médicos e, aproximadamente, 100 funcionários.
Em 2004, a diretoria firmou uma parceira estratégica com o Hospital Ribeirânia, fundado em 1978, dando início ao Grupo São Lucas. Em 2018, o Ribeirânia sua nova Unidade de Terapia Intensiva (UTI), projetada para ser referência e seguir os padrões internacionais para esse tipo de atendimento. A entrega da unidade marcou o primeiro passo da reestruturação completa do hospital, entregue para a população no mesmo ano. Em 2017, o Grupo oficializou a parceria com a holding Hospital Care, que iniciou uma fase de elevados investimentos na Instituição. Apenas na primeira fase, o aporte estimado foi de R$ 40 milhões. Ainda nesse ano, foi inaugurado o primeiro Centro de Trauma privado do interior do país, preparado para receber casos de alta complexidade. Para potencializar a capacidade de atendimento do São Lucas, o Grupo assumiu o controle acionário do Hospital Especializado, unidade de referência em procedimentos de alta complexidade em politraumatizados, queimaduras e cirurgia plástica reparadora. Continuando esse processo de evolução, inaugurou, ainda, o Centro Médico. Em 2020, foi anunciada a construção de uma nova ala, que será concluída em breve, e adicionará mais 60 leitos ao São Lucas Hospital, sendo 30 apartamentos e 30 de UTI. Atualmente, o prédio conta com 8.592m² de área construída e 94 leitos, sendo 24 de UTI. “Nossa gestão está cada dia mais profissionalizada, ágil e eficiente”, resume o médico Dr. Pedro Palocci, presidente do Grupo São Lucas.

MEDICINA DIAGNÓSTICA
Sempre atentos aos avanços que unem a medicina e a tecnologia, a MED – Medicina Diagnóstica foi fundada em março de 1984, com o propósito de oferecer para a população de Ribeirão Preto o que, já na época, havia de mais atual em exames por imagem, um recurso que desde o seu surgimento contribui com diversas áreas médicas. Em agosto deste ano, a MED passou a se chamar São Lucas Medicina Diagnóstica, assumindo o nome do Grupo que já administra a clínica desde 2018. A São Lucas Medicina Diagnóstica tem uma equipe formada por especialistas em imagem de diferentes áreas da Medicina, além de renomados médicos capacitados. Sua localização é estratégica, anexa ao hospital São Lucas, que permite procedimentos intervencionistas e exames de imagem, contrastados ou com sedação, sejam realizados com segurança e suporte hospitalar.
LIÇÕES DA PANDEMIA
Logo que os primeiros casos do novo coronavírus surgiram na cidade, o Grupo adotou uma estratégia que se mostrou acertada. O Ribeirânia foi escolhido como ponto de atendimento exclusivo para casos suspeitos e confirmados da Covid-19. Com isso, as outras unidades da rede ficaram livres de contaminação, seguindo suas rotinas de atendimento, relacionadas à diferentes demandas da saúde, sem intercorrências. Agora, com a situação em Ribeirão Preto mais controlada, após 18 meses de pandemia, o hospital desativou a ala Covid-19 e retomou suas atividades normais. “Essa é uma grande notícia, que merece ser muito celebrada. Só os profissionais que estiveram ali, na linha de frente, lutando essa batalha contra o vírus, sabe o quão representativo é esse momento. Foram mais de 13.000 atendimentos, mais de 2.000 internações, incluindo casos graves, como o da mãe que deu à luz em tratamento e só pode conhecer seu bebê dois meses depois. Até agora, foram 1.535 altas. É uma emoção indescritível, pois traz uma sensação ímpar de que temos melhores estão chegando”, comenta Dr. Pedro.
O hospital afirmou que, se for necessário, os leitos podem ser reabertos na unidade. Por enquanto, o Grupo segue vigilante. No Ribeirânia, antes de entrar na recepção, o paciente passa por uma pré-triagem. De acordo com o relato apresentado, ele é direcionado para o setor de sintomas respiratórios ou para o setor dos não respiratórios. Todo o fluxo dos pacientes, médicos e colaboradores é separado. “Talvez essa tenha sido uma das maiores lições da pandemia: o quanto o cuidado com a saúde importa. Continuamos alertas e com a certeza de que venceremos esta guerra juntos”, finaliza.