Muitas realizações

Muitas realizações

A construtora Jábali Aude completa 35 anos e comemora a trajetória marcada por conquistas

Um grande sonho e muita vontade de fazer a diferença. Esses foram os combustíveis motivadores para o surgimento de uma das mais sólidas empresas de construção civil em Ribeirão Preto: a Jábali Aude Construções, que este ano comemora 35 anos. Durante essa trajetória de sucesso, a construtora participou ativamente do desenvolvimento da cidade e acumulou muitas histórias. “Unimos coragem com profissionalismo e começamos com pequenas obras”, lembra Iskandar Aude, que junto com os irmãos Nicolau e Luiz Roberto Jábali, fundou a empresa. A relação familiar — Roberto, idealizador da empresa, foi casado com Mariana, irmã de Iskandar —, a amizade e o companheirismo entre os membros da diretoria tiveram eco, contaminando o trabalho de toda a equipe da Jábali Aude.

O engenheiro civil Hélcio Elias Filho está na empresa há mais de três décadas. Hoje atuando como diretor de engenharia, começou a carreira no canteiro como engenheiro de obras e viu desde a construção do primeiro pequeno edifício até a realização de grandes projetos, como a reconstrução do Theatro Pedro II, o Flat Bassano Vaccarini, primeiro empreendimento desse formato no município, o Clinical Center Ribeirão Preto, em construção, e o Jardim das Orquídeas, loteamento em Americana que é sucesso de vendas. “A engenharia, os processos construtivos, os projetos e tudo o que se refere ao setor mudaram muito nas últimas décadas. Houve uma verdadeira revolução. Em Ribeirão Preto, a Jábali Aude é responsável por um alto padrão, o que é reproduzido em vários empreendimentos até hoje”, observa Hélcio.

Eduardo Aude é gestor de projetos, responsável, dentre outros, pelo condomínio Jardim Ipiranga, lançado na zona norte de Ribeirão Preto em parceria com a Rossi Residencial. “Continuaremos construindo alianças para alavancar o crescimento e a capitalização para novos projetos, fomentar a troca de conhecimento, perseguir a excelência operacional, aplicando técnicas eficientes de construção e otimizando a gestão de custos. A união de empresas é necessária para atender ao formato dinâmico do mercado imobiliário”, avalia. Atualmente, a Jábali Aude já constrói os condomínios Ecolife Jardim Botânico e Jardim Sul, das incorporadoras Maxcap e Camargo Correia.

Como se é esperado em uma empresa onde o trabalho de seu colaborador é reconhecido e valorizado, a maioria dos funcionários tem vários anos de casa. Histórias como a do engenheiro civil José Anísio de Souza, que ingressou no quadro da Jábali Aude em 1979 como almoxarife. De lá para cá, mudou para vários setores até realizar o sonho de se tornar um engenheiro civil. Formou-se em 2006 e hoje atua como engenheiro residente do Clinical Center. José Anísio tem 50 anos e diz que agora colhe os frutos que plantou durante toda a sua vida profissional. “Cresci na Jábali Aude e foi aqui que consegui tudo o que queria”, afirma Anísio. 

A reconstrução do Theatro Pedro II

O maior símbolo da história econômica e cultural de Ribeirão Preto tem a marca Jábali Aude. Em 1996, a construtora devolveu à cidade o Theatro Pedro II, considerado um dos melhores palcos para espetáculos de ópera do país. “Foi um grande desafio”, recorda Iskandar. A Jábali Aude capacitou operários do próprio município para executar as restaurações necessárias, desde a recuperação dos gigantescos medalhões que ornamentam o palco, passando pela execução do forro projetado por Tomie Ohtake, até a clássica Sala dos Espelhos.

Iskandar comenta que os ornamentos estavam totalmente destruídos pelo incêndio e foram refeitos usando fotos antigas como referência. Mais de 500 pessoas, entre operários, administrativo e engenheiros, trabalharam na obra, que durou quase cinco anos. “Para nós é a principal realização da empresa. É um símbolo da dedicação que temos à esta cidade, da nossa constante busca por novos métodos construtivos e de conhecimento, da união que defendemos e estimulamos entre os funcionários e da qualidade que é sinônimo de nossa empresa”, diz Iskandar. Eduardo, filho de Iskandar e hoje junto à direção da empresa, conta que era adolescente nessa época. Visitava a obra para acompanhar o pai e lembra que achava tudo muito grandioso. “Sentia que estava em um filme de ação, em razão da grandiosidade de tudo que era feito ali. Tenho orgulho da nossa história”, finaliza.

Texto: Paula Zuliani
Fotos: Ibraim Leão

Compartilhar: