Nova estrutura de atendimento
Superintendente da SP Norte do Banco do Brasil, José Roberto Sardelari volta a Ribeirão Preto, após 12 anos, para promover uma gestão equilibrada e com resultados sustentáveis
Alegre e muito otimista em relação ao cenário econômico atual do país, José Roberto Sardelari volta à região de Ribeirão Preto, desta vez à frente da superintendência estadual do Banco do Brasil - SP Norte, composta por dez superintendências regionais. Há 12 anos, ele atuou como gerente de agências de varejo e atacado e, hoje, revela que o cargo traz uma grande responsabilidade e dá muita energia para construir excelentes resultados com sua equipe. “Vamos escrever nossa história com muito equilíbrio, garra e determinação. Em momentos de crise, as pessoas buscam empresas éticas e responsáveis. Esse é um grande diferencial do Banco do Brasil (BB). Somos um Banco de mercado com espírito público”, afirma Sardelari.
Entre as novidades e projetos previstos para 2015, a partir de julho, o Banco vai disponibilizar uma nova estrutura de atendimento em microrregiões, com gerentes de relacionamento especializados no segmento Governo. A equipe terá maior proximidade e foco em consultoria de negócios, contemplando operações de crédito estruturadas, fundos de investimento exclusivos, soluções de arrecadação e gestão em geral. Em relação ao mercado imobiliário, Sardelari aponta que no BB é possível financiar até 90% do valor do imóvel novo ou usado, de acordo com o perfil do cliente. Além disso, o financiamento possui prazo de 360 meses em todas as linhas de crédito, podendo chegar a 420 meses em alguns casos.
O BB é considerado o Banco do Agronegócio, já que, por meio de linhas de crédito como o de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), promove a redução das emissões de gases de efeito estufa e o aumento da produção agropecuária em bases sustentáveis, adequando as propriedades rurais à legislação ambiental, recuperando áreas produtivas degradadas e incentivando a integração lavoura-pecuária-floresta (LPF). A linha do Programa para Construção e Ampliação de Armazéns (PCA) viabiliza melhoria das condições logísticas e de armazenagem do produtor. Já o Programa de Incentivo à Inovação Tecnológica na Produção Agropecuária (Inovagro) permite o aprimoramento técnico e a incorporação das novas tecnologias nas propriedades rurais.
Além disso, o Banco mantém parcerias estaduais, como o Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (Feap), que financia projetos de interesse econômico do estado de São Paulo. Entre as linhas amparadas pelo Fundo, destacam-se o Pró-Trator e Pró-Implemento, que oferecem subvenção total dos juros do financiamento para os pequenos e médios produtores que possuem propriedades rurais no Estado de São Paulo. Na abertura da Agrishow 2015, o BB e a Secretaria Estadual de Agricultura celebraram a marca de cinco mil tratores financiados por meio do Pró-Trator.
O superintendente observa que o Banco do Brasil é o principal financiador do crédito rural brasileiro, com 60,5% de participação de mercado. O BB estima liberar R$ 80 bilhões em crédito nesta safra 2014/2015. Sardelari reforça que esse protagonismo será mantido na safra 2015/2016, que entra em vigor no dia 1º de julho. “O volume de recursos anunciado no Plano Agrícola e Pecuário atinge R$ 187,7 bilhões, 20% superior ao da última safra. O BB irá promover eventos de divulgação do Plano Safra em todo o país, reforçando cada vez mais sua parceria com o produtor rural”, informa.
Do montante anunciado, R$ 149,5 bilhões serão destinados ao custeio e comercialização, por meio de linhas cujas taxas variam de 7,75% a 8,75% ao ano. Para investimento, estão garantidos R$ 38,2 bilhões para programas como o PCA, ABC, Inovagro, entre outros, com taxas de 7% a 8,75% ao ano, variando de acordo com a linha.
MICRO E PEQUENA EMPRESA
Considerado o maior parceiro do segmento de micro e pequenas empresas (MPE), que respondem por 52% dos empregos com carteira assinada no setor privado, o BB oferece um portfólio completo de produtos e serviços para o setor, facilitando o dia a dia das empresas e ajudando a torná-las mais competitivas. Em Ribeirão Preto, possui uma agência exclusiva para micro e pequenas empresas, com atendimento de profissionais especializados e conhecimento do mercado neste segmento. Principal parceiro do comércio internacional brasileiro, o Banco encerrou o primeiro trimestre de 2015 com participação de mercado de 26,4% e 19,1% em operações de câmbio exportação e importação, respectivamente.
O Banco também trabalha no desenvolvimento, distribuição e oferta de soluções para o setor público. No tocante à gestão e infraestrutura, disponibiliza várias linhas, como, por exemplo, o Programa Modernização da Administração Tributária e da Gestão dos Setores Sociais Básicos (PMAT); o CPAC, destinado ao financiamento de contrapartidas para operações com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC); “Caminhos da Escola”, para o financiamento de ônibus exclusivamente preparados para o transporte escolar; o Programa de Intervenções Viárias; e o Provias, que financia máquinas e equipamentos para manutenção de vias públicas.
Sardelari lembra, ainda, que o BB atua no eixo de serviços, disponibilizando à administração pública várias soluções, tais como arrecadação de tributos e taxas, cobrança de dívida ativa, fundos de investimentos e seguros. Na gestão de recursos, o Banco também disponibiliza soluções para os Institutos de Previdência de Servidores Municipais (RPPS), tais como fundos de investimentos exclusivos, cálculo atuarial, assessoria em investimentos e capacitação para os Gestores dos Institutos.
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL
No eixo social, o Banco do Brasil atua no Microcrédito Produtivo Orientado (MPO), no Financiamento Estudantil para universitários (FIES) e no apoio a projetos de Desenvolvimento Regional Sustentável (DRS) que tenham como objetivo a capacitação e a inserção de pessoas que estejam no mercado informal, destacando-se microempresários e agricultores familiares. O superintendente observa que o BB, em parceria com a Fundação Banco do Brasil, repassou R$ 7,9 milhões em recursos não reembolsáveis para 58 projetos de desenvolvimento sustentável com foco na inclusão socioprodutiva.
Desse montante, R$ 1,2 milhão foi destinado para projetos na jurisdição da Superintendência SP Norte. Foram apoiadas entidades participantes de Planos de Negócios DRS Certificados, principalmente cooperativas e associações que, fortalecidas, ajudam a mudar a realidade das comunidades em que estão inseridas, proporcionando a geração de renda e trabalho, bem como a inclusão social.
O Projeto Voluntários BB/FIA é uma iniciativa do Banco do Brasil que objetiva apoiar ações sociais voluntárias desenvolvidas por entidades civis sem fins lucrativos e apoiadas por funcionários voluntários do Banco, com recursos de renúncia fiscal da empresa. “Em 2014, contemplamos dez projetos na jurisdição da SP Norte, num montante de R$ 698 mil, que beneficiaram diretamente 1.374 crianças e adolescentes”, frisa Sardelari. Neste ano, a SP Norte já tem quatro projetos aprovados.
Outro destaque é o Programa AABB Comunidade, que envolve as Associações Atléticas Banco do Brasil (AABBs) na proposta de complementação educacional, baseada na valorização da cultura do educando e de sua comunidade. A ação é efetivada por meio de atividades desenvolvidas em torno de áreas como saúde, higiene, esporte e linguagens artísticas, possibilitando a construção de conhecimentos e o acesso à cidadania.
Na Superintendência SP Norte, 480 crianças são beneficiadas pelo projeto. Além disso, o BB mantém um programa de doação de computadores seminovos para entidades e prefeituras, buscando ampliar a inclusão digital nos meios educacional e social. No ano passado, foram 448 computadores doados na jurisdição da SP Norte.
Texto: Rose Rubini
Fotos: Júlio Sian