Obras fecham entrada de bairro

Obras fecham entrada de bairro

Entrada e saída do São José pela Anhanguera ficarão fechadas por 60 dias

A entrada e a saída do Jardim São José, na Região Sudeste de Ribeirão Preto, pelo dispositivo do quilômetro 305+700m, na Via Anhanguera (SP-330), serão bloqueadas a partir da próxima segunda-feira (24/02). O motivo é a execução da fase final de implantação, no bairro, de parte dos três quilômetros de galerias de drenagem, que coletarão águas pluviais do futuro complexo viário “Waldo Adalberto da Silveira” e dos bairros situados atrás do Hotel JP.

Os trabalhos deverão ser iniciados às 7h da manhã. A interdição será mantida por, aproximadamente, 60 dias. Esta obra faz parte da remodelação do chamado “Trevão”, principal acesso à cidade e entroncamento de quatro rodovias estaduais, e está sendo feita pelas concessionárias Autovias e Vianorte (Arteris).

No período de bloqueio, acesso e saída dos bairros São José, Roberto Benedetti (Bancários) e Manoel Penna deverão ser feitos pela avenida Celso Charuri. Quem estiver na Anhanguera deverá entrar em Ribeirão Preto pelo dispositivo do quilômetro 304. O retorno sob o viaduto do quilômetro 305+700m não será fechado por enquanto. As escavações para a instalação da tubulação, que varia de 80 centímetros no início a três metros no final, chegam a seis metros de profundidade, a partir do JP Hotel até a avenida.

“Alteramos o trajeto inicial, que era todo pela rua Dr. José Ribeiro – do córrego às margens da Celso Charuri até o dispositivo na Anhanguera – para dentro da faixa de domínio da CPFL, o máximo possível, a fim de diminuir os transtornos a moradores e usuários dos bairros próximos”, ressalta o gerente da Autovias, Antonio José Barbosa.

Sistema de amortecimento

A galeria de 3x3 metros, que está sendo implantada na rua Dr. José Ribeiro Ferreira, seguirá até uma caixa de concreto de coleta de águas pluviais, a ser construída no acesso ao São José pela rodovia. Desta caixa sairão duas linhas de tubulações – uma, de 2,5x2 metros, caminhará pela faixa de domínio da Autovias, no sentido para Minas Gerais, mas às margens da Pista Sul, e outra, de 2,5x2,5 metros, que passará por baixo do dispositivo do quilômetro 305+700m, virando à esquerda na marginal da Pista Norte da SP-330, interligando-se com a rede existente distante, mais ou menos, 65m do viaduto do São José.

Os trabalhos de drenagem foram iniciados, em outubro de 2013, na rua Olívia Maria de Jesus, continuação da rua José Canavaci. Além da escavação para a colocação de estruturas de concreto para o escoamento da água, uma área com erosão foi recomposta por Autovias e Vianorte, com aterramento e implantação de gabião (armação de tela preenchida por pedras britas de tamanhos diversos e utilizada como muro de contenção). Ele formou um sistema de amortecimento que, assim que tudo estiver concluído, reduzirá a força das águas das chuvas que passarão pela tubulação, evitando novas erosões e alagamentos. Os três quilômetros de tubos serão ligados ao sistema de drenagem já existente, feito pela Prefeitura, e que deságua no córrego Retiro Saudoso.

“Temos atuado durante meses junto a departamentos municipais e estaduais para que todos os trabalhos sejam feitos com rapidez e alta qualidade”, salienta Barbosa. O sistema de drenagem eliminará, de maneira definitiva, alagamentos verificados, em alguns anos, nos quilômetros 305 e 306 da Via Anhanguera. A empresa contratada para as obras de remodelação do trevo “Waldo Adalberto da Silveira” é a Leão Engenharia.

Autovias

A Autovias administra, desde 1º de setembro de 1998, uma malha viária de 316,5 quilômetros de extensão, compreendendo cinco rodovias: SP-255 (Antonio Machado Sant´Anna), entre Ribeirão Preto e Araraquara; SP-318 (Engenheiro Thales de Lorena Peixoto Júnior), entre São Carlos e o entroncamento com a SP-255, município de Rincão; SP-330 (Anhanguera), entre Santa Rita do Passa Quatro e Ribeirão Preto; SP-334 (Cândido Portinari), entre Ribeirão Preto e Franca; e SP-345 (Engenheiro Ronan Rocha), entre Itirapuã e Franca. A Autovias, com sede social localizada na cidade de Ribeirão Preto (SP), local para onde deverão ser encaminhadas todas as comunicações legais, se constitui em pessoa jurídica distinta de Arteris S.A. (sua controladora societária).

Vianorte

A Vianorte administra, desde 6 de março de 1998, uma malha viária de 236,6 quilômetros de extensão, compreendendo seis rodovias: SP-330 (Anhanguera), entre Ribeirão Preto e Igarapava; SP-322 (Attílio Balbo), entre Ribeirão Preto e Sertãozinho; SP-322 (Armando de Salles Oliveira), entre Sertãozinho e Bebedouro; SP-322 (Prefeito Antonio Duarte Nogueira – Anel Viário Sul de Ribeirão Preto), do entroncamento com a Avenida Bandeirantes a SP-255 (Antônio Machado Sant´Anna); SP-328 (Alexandre Balbo – Anel Viário Norte de Ribeirão Preto), do entroncamento com a Avenida Bandeirantes a Via Anhanguera; e SP-325 (Avenida Bandeirantes), de Ribeirão Preto ao entroncamento com os anéis viários Norte e Sul. A Vianorte, com sede social localizada na cidade de Sertãozinho (SP), local para onde deverão ser encaminhadas todas as comunicações legais, se constitui em pessoa jurídica distinta de Arteris S.A. (sua controladora societária).

Arteris

A Arteris é a companhia do setor de concessões rodoviárias do Brasil com a maior extensão de quilômetros administrados. São 3.250 quilômetros sob gestão de suas nove concessionárias nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná e Santa Catarina: Autovias, Centrovias, Intervias, Vianorte, Autopista Fernão Dias, Autopista Fluminense, Autopista Litoral Sul, Autopista Planalto Sul e Autopista Régis Bittencourt. A Arteris é uma empresa de capital aberto, com ações negociadas no Novo Mercado da Bovespa. É controlada pela Abertis e pela BrookfieldMotorways.

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Fotos: Carlos Natal/Divulgação/CCS

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