Ônibus incendiados
Dois ônibus foram incendiados em Ribeirão Preto na noite desta segunda-feira (25), acarretando a suspensão do serviço a partir das 20h
Dois ônibus foram incendiados na região do Ipiranga, zona Norte de Ribeirão Preto, na noite desta segunda-feira (25), acarretando a suspensão do serviço a partir das 20h por medida de segurança. Ninguém se feriu nas ações.
Supostamente, os ataques estariam relacionados a morte de Thiago Santos Mazini, 27 anos, conhecido como Pé de Boi, que foi morto a tiros na rua Vila Bela, por volta das 17h30, por dois homens em uma moto. Ele seria integrante da facção criminosa PCC e saiu da cadeia há dois meses, após cumprir pena por tráfico de drogas.
Segundo relato de testemunhas, o primeiro ônibus foi incendiado próximo ao homicídio, por volta das 18h30, no cruzamento das ruas Tapajós com Vila Bela. Dois homens invadiram o ônibus ordenando a retirada dos passageiros e, em seguida, atearam fogo. O segundo ônibus foi incendiado a seis quarteirões do local, no cruzamento da avenida Rio Pardo com a rua Piauí, e teria sido apedrejado por moleques antes da ação. Os incêndios seriam uma retaliação a execução do traficante.
A Polícia Militar investiga a autoria do homicídio e dos ataques.
Revide Online
Foi a segunda vez em menos de quatro meses que veículos do transporte coletivo foram alvos após a morte de um suposto integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Violência
Por volta das 17h30, dois homens em uma moto passaram atirando e mataram Thiago Santos Mazini, 27 anos, conhecido como Pé de Boi. Ele seria integrante da facção criminosa PCC.
Depois disso, a noite foi marcada pelos ataques a ônibus. O primeiro ônibus foi incendiado a dois quarteirões do homicídio. O veículo do tipo padron, (das linhas circulares), ficou totalmente destruído. Ninguém se feriu.
Quando os bombeiros faziam o rescaldo do incêndio, a fumaça preta a seis quarteirões chamou a atenção. Era do segundo ônibus, no cruzamento da avenida Rio Pardo com a rua Piauí. As chamas atingiram a rede elétrica provocando faíscas e pânico nos moradores. Mais uma vez, ninguém se feriu.
Revolta
Moradores disseram que os ataques foram uma reação de amigos de Pé de Boi, que ficaram inconformados com a suposta execução. Esses mesmo moradores chegaram a jogar pedras nos polícias.
O tenente da PM, Guilherme Vicci Amadeu, disse que todas as hipóteses são consideradas. “Tudo está sendo investigado.” Segundo o apurado, Pé de Boi saiu da cadeia há dois meses após cumprir pena por tráfico de drogas.
Consórcio
A assessoria do consórcio que administra o transporte coletivo informou que os ônibus voltariam a circular terça-feira. A suspensão de segunda-feira, explicou, foi por segurança, já que outros ônibus poderiam ser queimados.
Caso é igual ao de 2012
No dia 6 de dezembro de 2012, outros dois ônibus do transporte coletivo de Ribeirão Preto foram incendiados nos bairros Marincek e Jardim Jandaia, zona Norte. Na ocasião, os ataques ocorreram após o assassinato de Maxwell William Domingos, de 22 anos, que também teria ligações com o PCC.
Testemunhas disseram que uma moto e uma caminhonete passaram no momento do crime, mas não souberam afirmar de qual veículo partiram os tiros. Enquanto o incêndio era controlado, viaturas da PM e do Corpo de Bombeiros foram apedrejadas por moradores. Os policiais revidaram com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha, mas ninguém foi preso.
m assassinato na rua Vila Bela, na zona Norte de Ribeirão Preto, desencadeou uma onda de violência no início da noite desta segunda-feira (25). Após a morte, dois ônibus foram incendiados, o que ocasionou a suspensão do serviço a partir das 20h. Ninguém se feriu nas ações.Veja fotos dos incêndios
Vídeo do ônibus em chamas
Foi a segunda vez em menos de quatro meses que veículos do transporte coletivo foram alvos após a morte de um suposto integrante do Primeiro Comando da Capital (PCC).
Violência
Por volta das 17h30, dois homens em uma moto passaram atirando e mataram Thiago Santos Mazini, 27 anos, conhecido como Pé de Boi. Ele seria integrante da facção criminosa PCC.
Depois disso, a noite foi marcada pelos ataques a ônibus. O primeiro ônibus foi incendiado a dois quarteirões do homicídio. O veículo do tipo padron, (das linhas circulares), ficou totalmente destruído. Ninguém se feriu.
Quando os bombeiros faziam o rescaldo do incêndio, a fumaça preta a seis quarteirões chamou a atenção. Era do segundo ônibus, no cruzamento da avenida Rio Pardo com a rua Piauí. As chamas atingiram a rede elétrica provocando faíscas e pânico nos moradores. Mais uma vez, ninguém se feriu.
Revolta
Moradores disseram que os ataques foram uma reação de amigos de Pé de Boi, que ficaram inconformados com a suposta execução. Esses mesmo moradores chegaram a jogar pedras nos polícias.
O tenente da PM, Guilherme Vicci Amadeu, disse que todas as hipóteses são consideradas. “Tudo está sendo investigado.” Segundo o apurado, Pé de Boi saiu da cadeia há dois meses após cumprir pena por tráfico de drogas.
Consórcio
A assessoria do consórcio que administra o transporte coletivo informou que os ônibus voltariam a circular terça-feira. A suspensão de segunda-feira, explicou, foi por segurança, já que outros ônibus poderiam ser queimados.
Caso é igual ao de 2012
No dia 6 de dezembro de 2012, outros dois ônibus do transporte coletivo de Ribeirão Preto foram incendiados nos bairros Marincek e Jardim Jandaia, zona Norte. Na ocasião, os ataques ocorreram após o assassinato de Maxwell William Domingos, de 22 anos, que também teria ligações com o PCC.
Testemunhas disseram que uma moto e uma caminhonete passaram no momento do crime, mas não souberam afirmar de qual veículo partiram os tiros. Enquanto o incêndio era controlado, viaturas da PM e do Corpo de Bombeiros foram apedrejadas por moradores. Os policiais revidaram com bombas de gás lacrimogêneo e tiros de borracha, mas ninguém foi preso.