Opção pela vida

Opção pela vida

Maciel Tavares de Oliveira, 47 anos, atendente de aviação executiva

Os exames preventivos sempre fizeram parte da minha rotina, pois, há 35 anos, perdi meu pai para um câncer que não foi possível identificar a origem e, há oito, meu avô faleceu em função de um câncer de próstata. A cada novo exame, fui acompanhando a subida dos índices de PSA no sangue, o que já me levou a pressentir que eu poderia enfrentar a mesma doença. Há um ano e seis meses, recebi o diagnóstico e enfrentei a cirurgia, primeira indicação de tratamento. Graças a Deus, minha recuperação foi 100%. Creio que o fato de ser sempre positivo e ter o apoio da família e dos amigos — principalmente, minha esposa Mônica — me ajudou muito. Nunca tive medo e sempre acreditei na minha cura. Hoje, a Medicina está muito avançada e oferece muitos recursos a nosso favor. O acompanhamento da próstata ainda gera certo tabu, mas, para mim, isso é fruto da ignorância, do desconhecimento de que, mesmo em caso de alguma sequela, é possível recorrer a tratamentos. Sou feliz pela minha escolha e posso dizer que a cirurgia não mudou minha vida em nada. Ainda sigo o tratamento — tanto para o câncer, com medicamentos  e acompanhamento médico, quanto para as sequelas. Minha rotina profissional e social é a mesma e escolhi viver bem. O exame preventivo existe e é preciso deixar o preconceito de lado para evitar problemas futuros.” 

Maciel Tavares de Oliveira, 
47 anos, atendente de aviação executiva

Foto: Lidia Muradás

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