Ovo líquido pasteurizado

Ovo líquido pasteurizado

Projeto de avicultores foi orçado em R$ 951.631,45

Para atender à demanda da indústria alimentícia, avicultores de Guatapará irão construir uma fábrica para produzir ovos líquidos pasteurizados. O projeto, orçado em R$ 951.631,45, foi viabilizado por meio de uma parceria entre o Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) da Coordenadoria de Assistência Técnica Integral (CATI), regional Ribeirão Preto, a Prefeitura e a Cooperativa Agrícola de Guatapará (COAG), gestora do empreendimento.

Mais de R$ 636 mil foram liberados como fundo perdido pelo projeto de desenvolvimento sustentável Microbacias Hidrográficas II, do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Agricultura e do Banco Mundial. O restante foi cotizado entre 15 cooperados da COAG, envolvidos na proposta. Michel Golfetto Calixto, diretor técnico regional da CATI, explica que o trabalho consiste em apoiar financeiramente projetos que agreguem valor aos pequenos e médios produtores de ovos da cidade.

De acordo com Rodnei Barbosa Correa, engenheiro agrônomo da CATI, que ajudou a elaborar o projeto, a fábrica será construída na área da Cooperativa, localizada no Núcleo Colonial Mombuca. A planta prevê a construção inicial de um galpão com cerca de 120 m². “Esperamos gerar, de imediato, seis empregos diretos”, estima Rodnei.

Produtor e vice-presidente da COAG, Emilio Shin Ichi Watanabe antecipa que, além do prédio, a verba viabilizará a compra de equipamentos, como máquina para quebrar ovos, pasteurizador, gerador, câmara fria, além de um caminhão equipado com baú refrigerado, para as entregas. Inicialmente, a fábrica terá capacidade para produzir 2.500 kg por dia, volume que será comercializado em embalagem plástica de cinco litros para ovo integral e um litro para gema e clara. A Cooperativa processa e comercializa 6.191.865 dúzias de ovos de galinha e 891.120 dúzias de ovos de codorna por ano.

Texto: Rose Rubini

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