Padrasto de Joaquim volta a depor
Delegado da DIG ouve na tarde desta quarta-feira novo depoimento de Guilherme Longo, o primeiro após a reconstituição
O delegado Paulo Henrique Martins de Castro, titular da Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e responsável pela investigação do desaparecimento e morte do menino Joaquim Ponte Marques, de três anos, volta a ouvir na tarde desta quarta-feira, dia 27, o depoimento de Guilherme Longo, padrasto do garoto.
O depoimento estava prevista para esta terça-feira, 26, mas acabou adiado. Será o primeiro depoimento após a realização da reconstituição do desaparecimento, feito na última sexta-feira, dia 22, com a participação de Guilherme. É também a primeira vez que ele depõe após a mão de Joaquim, Natália Ponte descartar a hipótese de sequestro da criança e reconhecer que o padrasto pode ser o responsável pelo crime.
Na quinta-feira, 28, Martins de Castro deve ouvir dois policiais militares que atenderam a ocorrência do desaparecimento e o soldado do Cropo de Bombeiros que iniciou as buscas pelo corpo de Joaquim no córrego Tanquinho, nas proximidades da casa onde Guilherme morava com Natália, o menino e um bebê, filho dos dois, de quatro meses.
Nesta terça-feira o delegado praticamente não falou com jornalistas. Apenas confirmou que o depoimento de Guilherme será nesta quarta. Também não informou os motivos do adiamento. No final da tarde ele se reuniu com o advogado Alexandre Durante, que representa Arthur Paes, pai de Joaquim.
O depoimento dos PMs é aguardado também em função de uma gravação feita pelos policiais no primeiro atendimento ao casal, quando eles discutiam. O advogado Alexandre Durante teve acesso à gravação e disse que a mão questionou o padrasto do menino sobre o desaparecimento e que ele tentou confundi-la, falando de outros fatos e datas.