Procura-se
Nesta semana, a Prefeitura de Ribeirão Preto promoveu a 14ª Jornada do Patrimônio Cultural, no Auditório Meira Júnior, do Theatro Pedro II
Nesta semana, a Prefeitura de Ribeirão Preto promoveu a 14ª Jornada do Patrimônio Cultural, no Auditório Meira Júnior, do Theatro Pedro II. O encontro, que foi realizado na segunda-feira, 23, teve como objetivo debater a responsabilidade do poder público junto aos bens culturais e apresentar diretrizes que contribuam nas ações de proteção e preservação desses patrimônios. Também foi feito no evento, o lançamento do Guia dos Monumentos em Lugares Públicos de Ribeirão Preto 2019. Com base nesse levantamento, é possível conferir a situação de preservação de diversos monumentos da cidade — inclusive, os que estão "desparecidos", segundo a pesquisa municipal. Confira seis monumentos que não podem mais ser vistos pela cidade.

Curupira
Apesar de existirem outras estatuas semelhantes espalhadas por Ribeirão Preto, essa ficava no Bosque Municipal Fábio Barreto. Após sua transferência para a Casa da Cultura, em 1974, ela foi furtada em meados de 1994.

Busto de Assis Chateaubriand
Um busto em homenagem a Assis Chateaubriand, na Ribeirânia, foi roubado no inicio dos anos 2000.

Mosaicos Praça Carlos Gomes
Oito mosaicos presentes na Praça Carlos Gomes retratavam pontos históricos da cidade, como o antigo teatro que dá nome à praça, o Mercadão Municipal e a primeira capela de Ribeirão Preto. Nenhum deles foi encontrado novamente.

Busto de Cel. Joaquim da Cunha Diniz Junqueira
O busto ficava sobre um pedestal, na Praça XV de Novembro, no Centro de Ribeirão Preto. Foi furtado em março de 2008, mas o pedestal continua lá.

Ao Estudante
Estátua de bronze instalada na Praça Carlos Gomes, em 1953. Posteriormente, foi transferida à Praça Barão de Mauá e retirada por motivos de depredação. Não se sabe onde ela está, atualmente.

Bandeirante
Um bandeirante com, aproximadamente, cinco metros de altura, era inspirado na estátua de Borba Gato, em São Paulo. Ficava na Avenida Costábile Romano. Atualmente, não se sabe o paradeiro do monumento.
Texto: Paulo Apolinário