Representantes no Ministério

Representantes no Ministério

Os partidos que possuem maior número de representantes são o PT, com 17 ministros, o PMDB, com seis, e o PSB, com dois indicados

O novo governo foi empossado no primeiro dia de 2011. Na solenidade que aconteceu em Brasília no dia 1º de janeiro, a nova presidenta, Dilma Rousseff, diplomou os 37 nomes que ocupam o alto escalão de sua administração, mantendo, inicialmente, a estrutura ministerial do governo anterior. Os partidos que possuem maior número de representantes são o PT, com 17 ministros, o PMDB, com seis, e o PSB, com dois indicados. Os demais partidos da base governamental — PDT, PCdoB, PR e PP — assumiram um ministério cada um.

De volta ao Planalto, apesar de afirmar que a Casa Civil terá uma gestão aberta e transparente, o ministro Antonio Palocci garantiu que adotará uma postura ponderada em relação a entrevistas, somente concedidas mediante aprovação da presidenta Dilma Rousseff. “Nenhum servidor da Casa Civil, incluindo este, estará autorizado a se pronunciar sobre trabalhos sob coordenação de outras áreas. Serei econômico nas entrevistas e nos pronunciamentos. Mas a Casa Civil será aberta e transparente”, disse Palocci. “Entendam minha posição de economia de palavras como inerente a esta função”, reforçou.

Reafirmando que a pasta terá maior funcionalidade, uma das primeiras medidas de Palocci à frente do Ministério foi repassar algumas atribuições a outras pastas como Secretaria Geral, Defesa, Justiça e Planejamento que, a partir de agora, passa a se responsabilizar pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e pelo programa Minha Casa, Minha Vida, antes considerados vitrines políticas de Dilma.

O peemedebista Wagner Rossi, que iniciou sua vida política em Ribeirão Preto, permaneceu no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, cargo que assumiu em março de 2010, quando o então ministro Reinhold Sthephanes deixou a pasta para concorrer à Camara dos Deputados. Depois que teve sua permanência confirmada, Rossi afirmou que, entre suas prioridades para os próximos quatro anos é a modernização da estrutura do Ministério, que precisa responder de forma mais eficiente às demandas dos produtores ruais e da sociedade. O setor representa cerca de 26% do PIB brasileiro, aproximadamente 40% das exportações do país, e por isso a urgência nas modificações. 

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