Saúde e bem-estar unidos à tecnologia
Segundo Lucas, com a Ablação o paciente tem alta hospitalar precoce ou até no mesmo dia

Saúde e bem-estar unidos à tecnologia

Técnica que destrói tumores de forma segura e menos invasiva e segura aumenta as possibilidades terapêuticas aos pacientes oncológicos

Disponível na área médica brasileira há mais de uma década, a Ablação tumoral permite que os pacientes oncológicos tenham mais possibilidades de tratamento contra o câncer. O método, realizado por radiologistas intervencionistas, destrói os tumores de forma menos invasiva e agressiva, utilizando exames de imagem, como o ultrassom e tomografia, para guiar sua realização. 
No Brasil, três das técnicas disponíveis no mundo estão sendo utilizadas: radiofrequência, crioablação e, mais recentemente, micro-ondas. Baseada em estudos científicos que demonstram segurança e eficácia, de acordo com a indicação médica, a ablação que utiliza micro-ondas eletromagnéticas de alta frequência chega até o tumor com a ponta de uma antena que destrói as células tumorais da região, podendo ser indicada para a cura do tumor, controle do seu crescimento ou redução da dor local, com conforto do paciente. 

Bastante segura, segundo o radiologista intervencionista, Lucas Moretti Monsignore (CRM/SP 121.017), a Ablação é indicada para o tratamento de alguns tipos de tumores em diversos órgãos, entre eles, fígado, rim, pulmão, tireoide e ossos. 

O tempo que se leva para destruir um tumor está relacionado à técnica escolhida pela equipe médica e ao tamanho do tumor. “Dependendo do tipo e localização do tumor, o tratamento pode substituir ou complementar a quimioterapia e, muitas vezes, é oferecido ao paciente que não tem a possibilidade de ser submetido a nenhum desses tratamentos, aumentando as chances de cura e controle do câncer nessas situações”, explica. 

Sem corte ou cirurgia, a Ablação por micro-ondas permite benefícios  de um procedimento pouco invasivo. “Os procedimentos desse tipo podem ser realizados sob sedação ou anestesia geral, com duração de uma a quatro horas, dependendo do número de lesões e da tecnologia utilizada, e o paciente tem alta hospitalar precoce, muitas vezes, até no mesmo dia”, acrescenta o radiologista intervencionista. 

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