Suspeitos de crime estão presos
Acusados da morte de garoto tem prisão temporária decretada
A mãe e o padrasto do menino Joaquim Ponte Marques, de 3 anos, foram presos na noite deste domingo, dia 10. Eles são os principais suspeitos da morte do menino que estava desaparecido desde a última terça-feira, dia 5, e cujo corpo foi encontrado no final da manhã. O pedido de prisão temporária, por 30 dias, foi concedido pelo juiz plantonista Cássio Ortega de Andrade, a pedido do delegado Paulo Henrique Martins de Castro, responsável pelas investigações, e pelo promotor Marcus Túlio Nicolino.
A psicóloga Natália Ponte, mãe, e o técnico em Tecnologia da Informação Guilherme Longo, padrasto, negavam a autoria do crime e diziam ter esperança de encontrar o menino com vida. Foi Natália, juntamente com o pai de Joaquim, Artur Paes, que fez o reconhecimento do corpo, no Instituto Médico Legal de Barretos.
Segundo o promotor Marco Túlio, antes não havia a certeza de homicídio, o que só ocorreu com o encontro do corpo. Com as evidências apontadas na investigação, o juiz se convenceu da necessidade da prisão temporária. Para o delegado seccional João Osinski Júnior, diretor do departamento de Polícia Judiciária do Interior (Deinter-3), Longo é considerado o principal suspeito do crime. A polícia, no entanto, não descarta a hipótese de participação de Natália.