Uma relação de aprendizado
Quando Gabriela completou seis anos, ganhou dos pais uma cachorrinha, a Shakira
Quando Gabriela Borges Marques de Oliveira completou seis anos, ganhou dos pais, Luciana e Paulo Henrique, uma cachorrinha da raça shih tzu. “Naquela época, decidimos que esse seria o melhor presente possível para a nossa filha. Receber um pet em casa é um desafio, pois leva toda a família a passar por um processo de aprendizado. A chegada da Shakira nos ensinou a compartilhar, a doar amor e a zelar pelo bem-estar de um ser frágil, que dependia dos nossos cuidados e que precisava do nosso carinho. Viver essa experiência, sem dúvida, transformou a infância da Gabriela”, relata Luciana. Atualmente com 15 anos, a primogênita do casal continua dedicada à mascote, mas, agora, essa relação ficou ainda mais gostosa com a ajuda da irmã caçula, Isabela, de sete anos.
Cuidados básicos
Desde que era filhote, uma vez por semana, Shakira frequenta o mesmo pet shop. No local, toma banho e hidrata os pelos, para que fiquem macios, cheirosos e brilhantes. Sempre que necessário, passa por um tratamento mais completo, que inclui tosa higiênica, corte das unhas e escovação dos dentes. Duas vezes por dia, a pet é alimentada com ração e, logo após comer, “pede” um complemento. “Ela adora o sabor daqueles ossinhos específicos para a limpeza dos dentes”, confessa Luciana.
Curiosidades sobre a espécie
SHIH TZU
- País de origem: na China, região do Tibet;
- Expectativa de vida: de 10 a 18 anos;
- Faixa de peso: entre 4 e 8Kg;
- Altura em média: de 20 a 26 cm;
- Pelagem: longa, lisa e densa Exige cuidado permanente para não embaraçar. O comprimento do pelo não deve afetar a capacidade do cão de enxergar e de se movimentar. Quanto às cores, existem, aproximadamente, 19 combinações diferentes;
- Características: é pequeno, mas com porte altivo. Tem focinho achatado e curto. Os olhos são escuros e amendoados. Em relação ao temperamento, é dócil, alegrem sociável e afeiçoado ao ser humano. Não gosta de ficar sozinho, sendo um ótimo cão de companhia.
Orientação especializada
Para que a interação entre as três fosse totalmente saudável, Luciana buscou informações com um pediatra de confiança. “Desde pequenas, elas ficavam grudadas o tempo todo. Assim que começou a engatinhar, a Isabela já dividia seus biscoitos com a Shakira que, como forma de agradecimento, lambia as mãos e o rosto da minha filha. Ficava preocupada com esse contato muito próximo. O médico me tranquilizou, receitou um vermífugo como medida de prevenção e nunca tivemos nenhum tipo de problema”, comenta. A família também contou com a orientação de um adestrador. “Pelo excesso de fofura da nossa cachorrinha, acabávamos exagerando nos mimos e tínhamos certa dificuldade para impor regras necessárias como, por exemplo, determinar o lugar para que ela fizesse as necessidades fisiológicas. O auxílio do adestrador foi fundamental para acertarmos esses detalhes”, enfatiza a mãe.