Valorização Do Serviço Público
Aldo Rebelo se encontrou com o presidente do Sindicato dos Servidores, Laerte Carlos Augusto

Valorização Do Serviço Público

Aldo Rebelo visita Sindicato dos Servidores e reforça a importância da valorização e do investimento no serviço público

O presidente do Sindicato dos Servidores Municipais de Ribeirão Preto, Guatapará e Pradópolis, Laerte Carlos Augusto, recebeu, no início de outubro, a visita de José Aldo Rebelo Figueiredo, ex-presidente da Câmara dos Deputados, quatro vezes Ministro de Estado (Ministro da Articulação Política,  Ministro do Esporte, Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação e Ministro da Defesa). Desde a fundação do Sindicato dos Servidores, há 31 anos, é a primeira vez que a entidade recebe a visita de uma personalidade política que já ocupou os postos mais importantes do Estado, incluindo passagem pela Presidência da República.

Com convicções firmes e apartidárias, Aldo Rebelo defendeu que, para enfrentar a grave crise financeira, fiscal e social, o país precisa dar fim ao que chama de “falso conflito entre mercado e Estado”. “A falta de valorização do serviço público cobra o preço em todas as esferas da vida. Não há, portanto, possibilidade de retomar o desenvolvimento, gerar empregos, melhorar a vida do povo e recuperar a economia do país sem investimentos e valorização do serviço público”, enfatizou. 

Defensor da luta dos trabalhadores e do respeito à liberdade e à autonomia sindical, Aldo destacou que não vê razão para receio em relação ao papel dos sindicatos. “Os sindicatos cumprem uma dupla missão: defender os trabalhadores e ajudar a construir uma sociedade melhor. Algumas pessoas e algumas corporações precisam aprender a conviver com opiniões diferentes. O sindicalismo não precisa de tutela, nem de tutores”, ressaltou. 

O presidente do Sindicato dos Servidores enfatizou a importância da visita de Aldo Rebelo. “Em sua gestão na Câmara dos Deputados, vimos a redução do recesso parlamentar, a proibição da contratação de parentes de deputados para cargos de confiança e a demissão de mais de 1.100 ocupantes de cargos de livre nomeação. Essas medidas moralizadoras deveriam servir de exemplo para governantes que insistem em burlar a regra do concurso público”, finalizou Laerte.

Compartilhar: