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Diferenças climáticas também atingem animais

Cuidados com os cães e gatos devem ser observados durante os dias mais frios

As doenças respiratórias são as principais enfermidades que atingem cães e gatos nos períodos mais frios. Isso ocorre porque as condições climáticas facilitam a disseminação de algumas partículas infecciosas.

Em regiões onde o clima é seco esses fragmentos se mantêm suspensos no ar e, quando associados a um ambiente fechado e sem ventilação, auxiliam no desenvolvimento dos males.

De acordo com Mariana Paranhos, veterinária da UCBVET Saúde Animal, os principais agentes causadores dessas doenças são os vírus e as bactérias. “As infecções mais comuns são a influenza felina e a tosse dos canis. Como não são consideradas zoonoses, elas não são transmitidas às pessoas”, explica.

Prevenção

Segundo o professor veterinário Gelson Genaro, a mudança de temperatura pode provocar situação comprometedora para os animais, especialmente no inverno. “Nossos pets são afetados por nossas atitudes, especialmente em sua manutenção. Animais que dormem fora de casa precisam de um abrigo que o proteja das baixas temperaturas da madrugada”, afirma.

O especialista comenta que o proprietário pode, e deve, utilizar “roupinhas” nos animais, desde os menores aos de maior porte. “Para as raças maiores isso é visto como algo desnecessário, o que não é correto, já que estes animais podem ser acometidos pelos mesmos problemas que os outros, portanto essa proteção é necessária”.

O profissional também alerta com relação às vacinas. “A vacinação contra as doenças específicas dos cães e gatos (além da raiva) deve ser mantida em dia. Como no homem, a circulação de vírus pode ser privilegiada em uma determinada época do ano, colocando o sistema respiratório do animal sob ameaça”, aponta Genaro.

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Fotos: Divulgação e Arquivo Revide

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